O incrível Cristo das Lágrimas de Cochabamba, Bolívia

Devocion-Cristo-San-Pedro-Cochabamba_LRZIMA20141129_0081_11

 

Em 1995, o doutor Ricardo Castanón Gomes, foi chamado pelo bispo a cidade de Cochambamba na Bolívia, para estudar o caso de uma imagem de Cristo, que chorava lágrimas, tanto comuns como de sangue.
Esta imagem comum foi comprada em uma loja, por uma senhora da cidade chamada Sílvia Aruelo, muito devota de Nossa Senhora. Ela fora ali em busca de uma imagem de Nossa Senhora, entretanto confessa que não achou nenhuma bonita_quer dizer, bem feita e por fim acabou aceitando a oferta do dono da loja, quanto a imagem de Jesus Crucificado. Trata-se apenas de imagem de busto, dos ombros para cima.
Esta senhora, com suas amigas, montaram na casa dela um altar e ali faziam as suas orações conjuntas.

Num dias destes, passaram a notar que a face da imagem parecia sempre úmida, embora se tratasse de imagem oca e de gesso. E perceberam que Jesus parecia chorar! Logo a seguir, começaram a verter também lágrimas de sangue, tanto dos olhos, quanto dos espinhos da coroa.
Naturalmente que a notícia se espalhou como um raio. E logo a casa tornou-se um centro de peregrinação, com filas enormes que se sucediam diante da imagem.

Isso chegou aos ouvidos do pároco e também do senhor bispo, que concordaram com estudos do doutor Ricardo, por se tratar de um cientista renomado e estudiosos destes casos.
Assim que ele chegou, permaneceu por horas e horas seguidas observando a imagem, e meditando sobre todas as possibilidades. Seguindo as normas da pesquisa científica, ele contratou a presença de um Notário- para dar fé pública aos procedimentos- e fez uso de sofisticados aparelhos eletrônicos, com câmeras de alta precisão capazes de detectar, até mesmo à noite, se haveria efusão de lágrimas e sangue. E havia!
Enquanto ele olhava a imagem, percebeu que na testa estava colada uma série de crostas, como as que se formam em feridas nas pessoas, quando o sangue escorre e seca na pele. Então ele tomou uma série de amostras daquelas crostas de sangue, e as levou pessoalmente para analisar em um laboratório especializado em Sidney, na Austrália.
A resposta que ele obteve diretamente foi a seguinte: 2/3 destas amostras são de sangue humano, mas 1/3 parte não, e esta parte não temos condições de analisar. Então o senhor deve buscar resposta num outro laboratório, mais especializado.
Então ele levou a amostra para um botânico forense, um especialista renomado, que constatou o seguinte: trata-se da ponta de um espinho! E isso pode ser reconhecido pelas cerdas laterais. Mais especificamente, pela distribuição molecular que elas têm, trata-se de um espinho que somente cresce em terras áridas, como Israel ou Oriente Médio…
O laboratório que fez a análise não sabe da procedência do material- de que se trata de uma amostra tirada de uma imagem de Crucificado. Da distante Bolívia! Onde tais espinhos não existem.
Então muitas pessoas poderão dizer que dentro da imagem tenha sido colocado um mecanismo que a faça chorar lágrimas ou sangue. Para derrubar esta hipótese absurda, a equipe do doutor Ricardo mandou fazer uma tomografia computadorizada da cabeça da imagem, que foi minuciosamente varrida e analisada em 27 pontos diferentes, quando se constatou que ela era completamente oca, que nada havia em seu interior.
Mas para mais rigor ainda, é preciso responder a outros argumentos, mesmo que nos pareçam absurdos, tais como: são situações de ambiente, mudanças de clima, coloração da imagem, etc. Nada pode ficar sem resposta! Nenhuma dúvida deveria permanecer, mesmo que a mais remota.
Para isso, eles compraram uma imagem exatamente igual, do mesmo material, e feita pelo mesmo fabricante, sem nenhuma diferença, e durante dois anos ela foi deixada bem ao lado da outra, no mesmo e exato ambiente.

Resultado: jamais em nenhum momento, esta outra imagem teve qualquer tipo de exsudação, ou emissão de lágrimas e sangue.
Enquanto isso, por centenas de vezes a outra imagem continua no mesmo processo de emissão, tanto de sangue como de lágrimas cristalinas. Então colhendo uma amostra destas lágrimas em um tubo de ensaio e fazendo-as secar, se constatou que restavam cristais de sal. Como se pode explicar que de uma estátua de gessoseca e totalmente oca vertam lágrimas, e que contenham sal? Isso é racionalmente e cientificamente impossível!
E como explicar que apenas uma das imagens se manifestava assim, sendo seca e de gesso, quando a parede ao lado, forrada de gesso não exsuda nada? Permanece seca! E como explicar que somente as imagens sagradas dos católicos provocam estes fenômenos e não imagens de Buda feitas de gesso, e outros deuses e ídolos?
Vamos mais longe: por qual motivo, com as estátuas dos políticos e “heróis” deste mundo isso nunca acontece? Pela lógica, a exsudação teria que acontecer com qualquer tipo de imagem, seja de herói do mundo, seja de animal, seja até mesmo de um objeto qualquer fabricado de gesso…
Mas continuando o processo de investigação, eles, sem identificar a procedência-estudo às cegas- levaram amostras do material que vertia da imagem, a um dos maiores centros de estudos genéticos dos Estados Unidos- Gentest Laboratories- com sede em Nova Orleãs. Lá elas foram entregues a uma doutora e cientista, que não tinha nenhuma estima pelo católicos, por ser de outra religião. E ela constatou: é sangue humano!
Porém o advogado que veio da Austrália com o doutor Ricardo, para autenticar a seriedade da investigação, falou para a doutora que se tratava de amostra de sangue que fora retirada de uma imagem de Cristo Crucificado. Ao que ela ficou completamente sem resposta e realmente vexada. Ela não sabia o que dizer! (Espero que se converta)
Vale aqui lembrar que os estudos da equipe do doutor Ricardo, não são financiados pela Igreja Católica nem sequer auxiliados, tampouco são financiados por grupos nisso interessados. Tanto o doutor Ricardo quanto seus companheiros, são independentes e cada um financia as suas despesas…
Partindo então destes estudos, o bispo de Cochabamba autorizou a veneração pública da imagem, que está hoje colocada em uma capela dedicada ao “Senhor das Lágrimas de São Pedro”, na mesma cidade. E é intensa a visitação pública naquele local…
Mas para mim, o grande e último efeito desta experiência, foi a comprovação de que: o sangue vertido da imagem de Cochabamba, e o sangue da amostra retirada da hóstia consagrada de Buenos Aires, eram do mesmo tipo sanguíneo: AB, o exato tipo de sangue que foi detectado pela NASA nas amostras retiradas do Santo Sudário de Turim…
Quando o doutor Ricardo começou a estudar esta imagem de Cochabamba, ele ainda era ateu, e não se relacionava com nenhum dos altos membros da Igreja…
(O Pai Faz Milagres-Págs: 105/110)

 

cristo-de-limpias2

 

 

O fenômeno  se iniciou em 9 de março de 1995.

 

Salvar

Facebook Comments

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado