Enquanto os membros do MJ-12 (Majestic) já sabem há muito tempo sobre a
passagem eminente da 'anã marrom' conhecida como Nibiru/Planeta X/Hercolobus/Wormwood(Absinto),
eles continuam a ridicularizar esta idéia publicamente. No entanto, este
planeta será visto nos nossos céus antes do final de 2009, sendo o que
os antigos chamavam de "O Destruidor", devido à sua aparência e seus
efeitos sobre a Terra. Para aqueles que sentem que realmente existe tal
planeta, ou o 'Grande Evento', eles têm semeado as sementes de uma data
falsa de 2012, como forma de induzir o leitor à inação ("caramba, ainda
faltam vários anos", eles dizem). Este cenário tem sido fomentado por
extraterrestres espiritualmente egocentrados (negativos, que não
respeitam o nosso livre-arbítrio). A passagem deste planeta irá causar
mudanças violentas na terra e irá causar pânico na população. De fato,
os cálculos do governo norte-americano sobre a mortandade associada a
esta passagem são os seguintes, passados por Dan Burisch em janeiro de
2006, quando ele viu pela última vez o dispositivo de previsão
(estatística) do futuro, que ele chama de "Looking Glass" (que
poderíamos chamar de "Óculos"):
Este texto é de autoria de alguém
que se identifica por “Anu” (Anu é o deus dos sumérios e monarca de
Nibiru)
“Nibiru já é um velho conhecido nosso. O registro mais antigo deste
planeta - considerado terrível pelas conseqüências que provoca ao passar
– é proveniente da civilização dos Sumérios, um povo que viveu há 6.000
anos onde hoje é o Iraque. Em uma de suas vindas, o planeta teria sido o
causador do dilúvio relatado na Bíblia.
O nome Nibiru, conferido pelos sumérios, é devido à excentricidade de
sua órbita. Nibiru significa “o planeta que cruza”, pois o astro
atravessa o sistema solar entre Marte e Júpiter. Os babilônios
chamavam-no de Marduk, em homenagem ao seu deus mais importante, os
cientistas batizaram-no Planeta X ou Nêmesis e Samael Aun Weor, líder do
movimento gnóstico internacional, de Hercólobus. Para os sumérios, seus
deuses são provenientes de Nibiru, que segundo seus textos possui uma
órbita inclinada em relação a faixa elíptica (faixa orbital dos
planetas), levando cerca de 3.600 anos para completar uma volta completa
ao redor do Sol. Dessa forma, um ano de Nibiru equivale a 3.600 dos
nossos. Talvez neste dado resida a principal razão das dificuldades dos
cientistas entenderem-no: suas características são excêntricas com
respeito ao padrão conhecido. O astro comporta-se como um cometa,
possuindo, no entanto, características de uma estrela (uma anã marrom).
Por este motivo, Nibiru é designado em várias referências por segundo
Sol, ou ainda cometa, incluídas aquelas efetuadas por Nostradamus.
Nibiru é de fato é uma estrela anã marrom com uma órbita elíptica como a
de um cometa. Vários cientistas já identificaram Nibiru e estão
dispostos a provar a existência do astro enigmático. Em 1982 começaram
as especulações sobre um possível planeta gigante muito além de Plutão,
não descoberto ainda. O Dr. Thomas Van Flandern, do Observatório Naval
dos Estados Unidos, foi o responsável pela hipótese, chegando a esta
conclusão após analisar as perturbações gravitacionais nas órbitas de
Urano e Netuno. Segundo o pesquisador, elas só poderiam ser provocadas
por um enorme corpo planetário. Seu artigo foi publicado no jornal New
York Times, em de 19-JUN-1982 e neste mesmo ano, a NASA oficialmente
reconheceu a plausibilidade da existência do Planeta X, admitindo em um
anúncio que algum tipo de objeto misterioso realmente existiria lá fora,
muito além do mais distante dos planetas. Um ano depois, o novíssimo
satélite lançado, IRAS (Infrared Astronomical Satellite), avistou um
grande objeto nas profundidades do espaço. O Washington Post resumiu em
uma entrevista com o cientista Gerry Neugebauer, chefe do IRAS, do Jet
Propulsion Lab, California, como segue: “Um pesadíssimo corpo,
possivelmente maior que o planeta gigante Júpiter e tão perto da Terra
que poderia fazer parte deste sistema solar foi encontrado por um
telescópio, orbitando em direção da constelação de Órion… Tudo o que
posso lhes dizer é que não sabemos o que é .”
Ainda na década de 1980, os astrônomos brasileiros Rodney S. Gomes, do
Observatório Nacional, e Sylvio Ferraz Mello, do Instituto Astronômico e
Geofísico de São Paulo, com base no movimento irregular de Urano e
Netuno, sugeriram a hipótese da existência de um décimo planeta. Ao
início de 1990, Zecharia Sitchin reuniu-se com Harrington,
astrônomo-chefe do Observatório Naval americano (já falecido), que
houvera lido o livro de Sitchin. Harrington corroborou os dados de
Sitchin provenientes dos registros antigos sobre Nibiru. Concordaram que
estava abaixo do plano elíptico (plano rotacional de todos os outros
planetas) em cerca de 40 graus no retorno do apogeu, o ponto mais
distante em sua órbita de 3.600 anos.
Temos assim uma forte convicção de que:
i. o astro existe
ii. o astro volta ao sistema solar interno, passando entre Marte e
Júpiter, onde o cinturão de asteróides está no perigeu (o ponto interno
mais distante).
O Dr. John Anderson, cientista da NASA e investigador de mecânica
celeste no projeto da sonda espacial Pioneer, afirma a possibilidade da
existência do 10º planeta orbitando o Sol, e conclui: “se não for o
planeta X, então jogo minhas mãos para o alto e não sei dizer o que é.”
Anderson, que publicou suas idéias em seu último livro, The Galaxy and
the Solar System (A Galáxia e o Sistema Solar), afirma que sua teoria é
“uma importante contribuição para o entendimento da mecânica fora do
sistema solar.”
Em 07-OUT-1999 surgiu uma pequena notícia nas páginas internas de vários
jornais e nos noticiários da Internet que provocou um pouco mais que um
simples levantar de sobrancelhas. Um extrato da MSN News afirmava: “Duas
equipes de pesquisadores têm proposto a existência de um planeta
invisível ou de uma estrela caída circulando o Sol a uma distância de
mais de 2 trilhões de milhas, muito além das órbitas dos nove planetas
conhecidos. A teoria, que busca explicar os padrões verificados nas
passagens de cometas, tem sido levada adiante…”
Em 11-OUT-1999, Dr John Murray, um astrônomo da Open University do Reino
Unido, sugeriu que um massivo objeto no extremo do sistema solar pode
estar afetando gravitacionalmente as órbitas de cometas. Em outra
pesquisa, um professor de física da Universidade de Louisina, Dr John J.
Matese igualmente propôs a existência de um 10º membro em nosso sistema
solar. Uma nota publicada no jornal planetário Icarus, Dr Matese afirma
que este objeto tem criado uma concentração de cometas na Nuvem de Oort
e que está sendo responsável por desviar um significativo número deles -
talvez 25% - para dentro de nosso sistema solar. “Um 10º planeta? Plutão
diz que sim!” - esta foi a manchete de um dos grandes jornais
norte-americanos noticiando a descoberta do IRAS. Vários astrônomos
procuraram por um décimo planeta devido às perturbações na órbita de
Plutão (Plutão foi descoberto por interferir nas órbitas de Urano e
Netuno).
O astrônomo Joseph L. Brady (Laboratório Lawrence Livermoore - CA) tirou
suas conclusões sobre Nibiru, que concordam plenamente com os dados dos
sumérios: órbita retrógrada (direção dos ponteiros do relógio) e fora da
elíptica ou faixa orbital de todos os outros planetas, exceto Plutão,
mas inclinada em relação a ela.
Thomas Van Flandern, estudando dados fornecidos pelas sondas Pioneer 10
e 11 e pelas Voyagers, com mais quatro colegas seus do Observatório
Naval Americano, dirigiu-se à Sociedade Astronômica Americana mostrando
as evidências de que um corpo celeste com pelo menos, o dobro do tamanho
da Terra, orbita o sol a uma distância de no mínimo 2,4 bilhões de
quilômetros, além de Plutão. Uma equipe internacional de astrônomos
publicou suas conclusões na conceituada revista “Science News” de
07-ABR-2001. Calculando perturbações na órbita de um cometa recém
descoberto, cuja designação é 2000CR/105, os astrônomos R. Cowen; Govert
Schilling; Brett Gladman do Observatório Cote d’Azur em Nice - França e
Harold F. Levison da “Southern Research Institute” de Boulder - Colorado
identificaram a existência de mais um planeta orbitando nosso sistema
solar, cujas descobertas, foram publicadas em vários jornais e revistas.
“Os astrônomos têm tanta certeza da existência do décimo planeta que
pensam que nada mais resta senão dar-lhe um nome”, disse o astrônomo Ray
T. Reynolds. A geóloga Ph. D. Madeleine Briskin, já sugeriu o nome do
Planeta X: NIBIRU Z.S., em honra de Zecharia Sitchin. Em 2002, o Dr.
Mario Melita, astrônomo da Universidade de Londres, Queen Mary, e o Dr
Adrian Brunini da Universidade de La Plata, Argentina, sugeriram a
hipótese de um corpo massivo além de Plutão. “Há algo de estranho
acontecendo lá fora no cinturão de Kuiper” disse Marc Bule à revista New
Scientist, do prestigioso observatório de Lowell, em Arizona. “
Relatos Bíblicos e Lendas Sobre
Desastres Durante a Última Passagem de Nibiru.
Este texto também é de autoria de alguém que se identifica por “Anu”
(Anu é o deus dos sumérios e monarca de Nibiru) e que rola pela
internet, e eu o coloco sem alterações a seguir (o título “Relatos
Bíblicos e Lendas Sobre Desastres Durante a Última Passagem de Nibiru.”
também é de autoria de Anu):
“Diversas civilizações registraram catástrofes e destruições atribuídas
à passagem de um terrível “cometa” (como Nibiru também é conhecido) que
desolou a Terra. Nas Américas, há registros de catástrofes em uma escala
global, como no trecho descrito a seguir, relativo a um período
particular quando a violência cataclísmica era memorável. As tradições
do povo do Peru contam que “…durante um período de tempo igual a cinco
dias e cinco noites, o sol não estava no céu, e então o oceano deixou a
margem e com um estrondo terrível partiu o continente; a superfície
inteira da Terra foi mudada nesta catástrofe.” Manuscritos troianos e
documentos Maias descrevem uma catástrofe cósmica durante a qual “…o
oceano caiu sobre o continente e um furacão terrível varreu a Terra… O
furacão destruiu e levou todas as cidades e todas as florestas. Vulcões
explodiram, marés cobriram as montanhas e ventos impetuosos ameaçaram
aniquilar a humanidade e de fato aniquilaram muitas espécie de animais.
A face da terra mudou, montanhas desmoronaram, outras cresceram e deram
origem a cataratas, inúmeros rios perderam seus caminhos e um tornado
selvagem moveu-se pelos escombros. Na escuridão varrida pelo vento,
materiais resinosos caíram do céu em participação com fogo e água na
destruição do mundo. Durante cinco dias, salvo a nafta e os vulcões
ardentes, o mundo estava escuro, e o sol não apareceu.”
Em outra parte do mundo temos novos relatos: os Maoris narraram uma
catástrofe estupenda em que “os ventos poderosos, as rajadas ferozes, as
nuvens, densas, escuras, ígneas, acumulando de modo selvagem, estourando
de modo selvagem, caiu sobre toda a criação… e varreu florestas gigantes
e chicoteou as águas. A terra gemeu terrivelmente, e o oceano fugiu.”
Mitos de um Sol que desaparece por até dez dias, ou não tão longo, podem
ser encontrados em quase todas as culturas antigas - desde o Êxodo
bíblico até o Japão. Os trechos apresentados de eventos catastróficos,
como os que se seguem, descrevem uma época razoavelmente perto da nossa,
não mais que 3.500 anos atrás.
Na História Natural de Plínio lê-se: “Um cometa terrível foi visto pelos
povos da Etiópia e Egito ao qual Typhon, rei naquele período, atribuiu o
próprio nome; possuía uma aparência de fogo e era trançado como um rolo,
e era muito horrendo de se ver; realmente não era uma estrela, mas algo
que poderia ser chamado de uma bola de fogo.”
Hevelius (1668), usando referências de um trabalho de Rockenbach,
escreveu: “No ano do mundo 2.453 (1.495 A.C), de acordo com certas
autoridades, um cometa foi visto na Síria, Babilônia, Índia, no signo de
Capricórnio, no formato de um disco, no mesmo momento quando os
Israelitas estavam na marcha para o Egito rumo à Terra Prometida.”
Rockenbach (1602) houvera escrito antes: “No ano do mundo dois mil
quatrocentos e cinqüenta e três - como muitos autores fidedignos, em
base de muitas conjeturas, determinaram - um cometa apareceu, como
Plínio também mencionou em seu segundo livro. Era ígneo, de forma
irregular, com uma cabeça embrulhada; tinha a forma de um globo e era
terrível de aspecto. É dito que o Rei Typhon regeu naquele período no
Egito… Certas autoridades afirmam que o cometa foi visto na Síria,
Babilônia, Índia, no signo de Capricórnio, no formato de um disco, na
ocasião quando os filhos de Israel avançaram do Egito para a Terra
Prometida, conduzidos pelo pilar de nuvem durante o dia e o pilar de
fogo durante a noite.”
A catástrofe surpreendente que acompanhou este período ecoou nas
tradições, lendas e mitologia de todos os povos do mundo. Os deuses Zeus
dos gregos, Odin dos islandeses, Ukko dos finlandeses, Perun dos pagãos
russos, Wotan dos alemães, Mazda dos persas, Marduk dos babilônicos e
Shiva dos hindus – são retratados com raios emanando de suas s mãos,
sendo descritos como aqueles devastaram a Terra subjugando-a com água e
fogo.
Evidências da catástrofe estão diretamente disponíveis nos salmos e em
outras partes das Escrituras: “Então a terra chacoalhou e tremeu; as
fundações também das colinas se moveram e chacoalharam… Ele também
curvou os céus abaixo, e desceu… ele voou nas asas do vento… Ao brilho
que estava atrás dele suas nuvens espessas passaram pedras de granizo e
carvão de fogo. O Senhor também trovejou nos céus, e o Altíssimo deu a
sua voz; pedras de granizo e carvão de fogo… e ele atirou raio… Então
foram vistos os canais de água, e foram descobertas as fundações do
mundo.” “Os Reinos foram movidos; ele articulou sua voz, e a terra
derreteu. As águas o viram; elas tiveram medo; as profundidades também
estavam preocupadas… os céus enviaram um som. A voz do trovão estava no
céu; os raios iluminaram o universo: a terra tremeu. Nuvens e escuridão
estão sobre ele… um fogo atrás dele queimou os inimigos ao seu redor…
seus raios iluminaram o mundo: a terra viu, e tremeu.” Era neste
momento, no clímax do cataclismo, que os chamados “filhos de Israel”
estavam chegando à margem do mar enfrentando os egípcios que haviam
entrado em sua perseguição durante o Êxodo. Fosse o que fosse aquele
pilar de nuvem que estavam a seguir, parece ter sido o causador das
condições cataclísmicas que se disseminaram pelo planeta (a bíblica
“separação” das águas), denominado Typhon.
Sobre a mudança dos pólos do mundo e do sol ascendente, o próprio
Talmude hebreu testemunha: “Sete dias antes do dilúvio, o Santo mudou a
ordem primeva e o sol subiu no oeste e se pôs ao leste.” Os Cashinaua,
nativos do Brasil ocidental, têm uma tradição que ecoa narrativa nas
Escrituras: “Os raios flamejaram e então trovões rugiram terrivelmente e
todos tiveram medo. Então os céus estouraram e os fragmentos se caíram
abaixo e mataram tudo e todo o mundo. Céu e terra trocaram de lugares.
Nada que tinha vida permaneceu na terra.” “Nada” a não ser os poucos
sobreviventes que puderam preservar a tradição deste cataclismo até os
dias de hoje.
Podem ser achados mitos relativos ao céu cadente não só entre os Celtas,
mas também os Lapps da Finlândia, os Esquimós da Groelândia, os povos do
antigo México, China, Tibete, as tribos de Samoa, e as tribos da África
oriental e ocidental. Obviamente, nem toda a vida que permaneceu na
terra pereceu durante esta série de cataclismos, mas registros dos que
pereceram são abundantes. Uma catástrofe de proporções globais, algo que
nós não testemunhamos nos dois milênios de nossa própria idade, teria
acontecido, de acordo com registros históricos. Não eram desastres
isolados em partes diferentes do mundo, como a enchente local do Rio
Amarelo na China, a erupção de Krakatoa na Indonésia, ou até mesmo
esporádicos meteoritos de granizo - a catástrofe era mundial e muitas
culturas descreveram os eventos, sua sequência e o resultado da mesma
maneira.
O último aparecimento deste cometa que resultou um cataclismo aconteceu
por volta de 1.495 A.C. (ao que tudo indica, a severidade do cataclismo
depende da distância relativa e do ângulo entre Nibiru e a Terra durante
sua passagem). Extraordinariamente, a celebração cristã e judia da
Páscoa (mesmo que a cristã tenha deturpado o sentido da páscoa judaica)
, é de fato uma memória da passagem de Nibiru, da morte e calamidade da
ultima troca polar! A celebração da Páscoa judaica é em memória às
centenas de mortes que assolaram o Egito quando os judeus estavam sob
domínio egípcio. Na Bíblia, é descrito que o “Senhor passou” por sobre o
Egito matando centenas de pessoas. Esta “passagem” do Senhor é a real
celebração do que chamamos de Páscoa (Páscoa, do inglês “Passover”
literal Pass-over = passagem), muito possivelmente uma referência à
passagem de Nibiru causando mortes e destruição durante a fuga dos
israelitas. Moisés, conduzindo seu povo para fora do Egito durante a
troca polar, vagou por muitos anos na sombra do vale da morte sob
intensa obscuridade vulcânica. É também registrada a destruição das
terras egípcias pela troca polar em um papiro egípcio. Este cometa
vermelho também foi responsável pela grande inundação durante os dias de
Noé, aproximadamente 11.000 anos atrás. A mensagem destes povos antigos
tem sido criticada e rejeitada pela ciência. Ainda as advertências de
uma destruição radical e súbita de nosso mundo vindas de muitas fontes
estão embutidas nas religiões antigas e dogmas culturais. Estas
advertências têm e provavelmente serão largamente ignoradas. Mas estão
registradas.
A constelação de Leão é freqüentemente associada com a Estrela
Messiânica. Esta constelação zodiacal fica próxima de Câncer, onde
Nibiru cruzou o plano da elíptica durante sua prévia passagem pelo
sistema solar. O aparecimento de Nibiru nos céus durante o periélio está
sujeito aos mesmos efeitos como os outros planetas vistos da Terra. Os
planetas às vezes parecem lentamente a “dançar” nos céus e a posição de
Nibiru nos céus poderia da mesma forma variar, dependendo da posição
relativa da Terra a qualquer ponto de seu trânsito. Como tal, Nibiru
poderia ser visto cruzando a elíptica pela primeira vez em Leão em vez
de Câncer. Os monumentos no Monte Nimrod (Nimrud Dag) na Turquia parecem
implicar isto.
Adrian
Gilbert visitou o local de Hierothesion Antiochus Epiphanes, que são
túmulos de pedras com aparência de pirâmides que situa-se no topo do
Monte. Ficando à altura de 50m, este impressionante monumento é
acompanhado por estátuas gigantes dos deuses, onde podemos vê-los se
encontrando com os homens. Há uma seta longa construída ao lado da
montanha que é de 158 metros e fixada à 35 graus. Seu propósito é
desconhecido, mas determinada a natureza piramidal de Hierothesion,
qualquer um pode imaginar que poderia ser uma “seta estelar” usada para
apontar uma parte particular e significante do céu. Gilbert acredita que
a seta esteja apontando a estrela Regulus em Leão. Outros monumentos
incluem um segundo túmulo na estrada para Urfa de Commagene, este aqui
possui 35m de altura. É fixo dentro de vários agrupamentos de pilares
verticais, um oferecendo um ninho para uma águia, o outro para um leão
sem cabeça. Mais referências astronômicas são deduzidas neste local.
O artefato mais significante do Monte Nimrod está situado no terraço
ocidental. Há uma gravura de um Leão em meio a estrelas. Isto nos mostra
simbolizar a constelação de Leão, e contém 3 planetas; Marte, Mercúrio e
Júpiter e uma lua crescente no peito do leão. Estudiosos mostraram que
esta gravura representa um horóscopo, estabelecido no ano 62 A.C.”
1. Em 1982 a NASA reconheceu a possibilidade de um planeta solar extra.
2. Em 1983 a NASA lança o IRAS (Infrared Astronomical Satellite -
Satélite Astronômico de Infravermelho), que localizou um objeto muito
grande (nessa faixa espectral).
3. O jornal Washington Post entrevistou, na ocasião, um cientista do
JPL-IRAS (Jet Propulsion Laboratory): "Um corpo celeste possivelmente
tão grande como Júpiter e tão próximo da Terra que pode ser parte deste
sistema solar foi encontrado na direção da constelação de Orion, por um
telescópio em órbita. Tudo o que posso dizer é que nós não sabemos o que
é isso", disse Gerry Neugebauer, cientista chefe do IRAS. Todos os
governos sabem sobre isto e eles estão tomando providências para
sobreviverem à passagem do Planeta X (Nibiru) que está vindo, para
manter intacto seus poderes.
4. Eles sabem que eles não poderão salvar a todos, e portanto somente
salvarão aqueles que eles acharem que vale a pena salvar. Eles têm um
plano, e você tem?
5. Existem coisas simples que você pode fazer hoje para atravessar os
anos difíceis que virão. Apesar do que dizem os catastrofistas e
negativistas, nossos ancestrais (pelo menos parte deles) sobreviveram
cataclismas semelhantes, e portanto nós também podemos!
6. O que é Nibiru? Nibiru é um de muitos planetas que orbitam uma
Estrela Escura (Dark Star) ou Anã Marrom (Brown Dwarf). Esta Estrela
Escura tem cinco planetas menores, um sexto planeta do tamanho da Terra
que abriga vida (Homeworld), e o sétimo é o planeta ou objeto que nós
chamamos de Nibiru.
7. O Homeworld é muito parecido com a Terra e é onde moram os Annunaki,
"os Gigantes ou Deuses de Antigamente". Nibiru é na maior parte
inabitável.
8. Quando a Estrela Escura fica no periélio (posição mais próxima do
nosso Sol), entre 60 e 70 AU [AU=Astronomical Unit=unidade astronômica
igual à distância média entre a Terra e o Sol], a órbita de Nibiru, que
fica a 60 AU da Estrela Escura, possui uma órbita suficientemente
alongada para atravessar nosso sistema solar, geralmente nas
proximidades da órbita de Júpiter, apesar que isso pode variar.
9. A inclinação orbital de Nibiru é cerca de 30 graus com relação ao
nosso plano solar ou da eclíptica. Quando Nibiru atravessa nosso sistema
solar em movimento retrógrado (sentido oposto) com relação aos demais
planetas, algumas vezes ele desloca os planetas causando perturbação
generalizada neste processo.
10. Sua passagem é momentosa mas rápida, levando apenas algumas semanas,
ou meses no máximo, após o que ele desaparece de vista. Ele tem a cor
vermelha, com uma cauda cheia de entulhos, e é circundado por várias
luas.
11. Nibiru e/ou suas luas foram responsáveis pela destruição de Maldek,
que agora é o Cinturão de Asteróides (localizado entre as órbitas de
Marte e Júpiter). Ele também causou as crateras e cicatrizes
superficiais na nossa Lua e nos planetas do nosso sistema solar, assim
como as inclinações axiais variáveis dos planetas em suas órbitas.
12. Ele causou o afundamento da Atlântida e o Dilúvio de Noé. Ele é o
vínculo físico (ou "balsa") entre nosso sistema solar e o sistema da
Estrela Escura (Estrela anã marrom).
13. Nibiru tem sido chamdo de Disco Alado (com asas) ou com chifres (horned)
pela humanidade do passado (por causa de sua aparência no céu, veja o
citado vídeo).
14. Fatos: Quando Nibiru aproxima-se do sistema solar interior, ele irá
acelerar rapidamente por debaixo da eclíptica, passando atrás e por
baixo do Sol antes que ele passe para cima da eclíptica num ângulo de 33
graus.
15. A NASA está observando Nibiru agora a partir de seu novo telescópio
do Polo Sul (S.P.T.=South Pole Telescope), numa área do Polo Sul.
16. Nibiru será visto primeiramente pelas pessoas normais em 15 de maio
de 2009, como um pequeno objeto vermelho. Ele estará se movendo para
cima a partir de debaixo da órbita da Terra. Isto significa que até
2009, a única forma de ver Nibiru é de um local muito ao sul do nosso
planeta (extremo sul de Chile e Argentina).
17. A seguir apresenta-se uma foto tirada por uma pessoa normal,
mostrando como Nibiru se apresenta agora em 2007, quando visto de uma
área do extremo sul do planeta. Que fique claro, está foto é real!
18. Em maio de 2011, haverá visão a olho nú por todas as pessoas. Em 21
de dezembro de 2012, Nibiru irá passar pelo plano da eclíptica e será
visto como uma estrela vermelha brilhante e irá parecer um segundo sol,
do tamanho aproximado da nossa Lua. Terremotos e clima muito perturbado
irá ocorrer.
19. O pior, no entanto, deve vir em torno de 14 de fevereiro de 2013,
quando a Terra se move entre Nibiru e o Sol. Haverá deslocamento dos
polos e inclinação planetária. Ocorrerá grandes mudanças na Terra,
Mega-terremotos e mega-tsunamis em escala global.
20. A partir de 1 de julho de 2014, Nibiru não irá mais afetar nosso
mundo pois ele irá se afastar desta parte da galáxia. A NASA sabe sobre
Nibiru e, para não gerar pânico na população, não divulga essa verdade.
21. Insiders da NASA, D.o.D. (Department of Defense), a inteligência
militar nacional, o S.E.T.I. e a C.I.A. especulam que 2/3 da população
do planeta podem perecer durante o próximo deslocamento dos polos
causado pela passagem de Nibiru.
22. Outros 2/3 daquelas pessoas que sobreviverem inicialmente, podem
morrer de fome e pela exposição aos elementos climáticos, dentro dos 6
meses seguintes.
23. A maioria das agências governamentais secretas dos USA está
totalmente ciente do que é esperado e estão se preparando. O Vaticano
está totalmente ciente do que é esperado. O público não está sendo
prevenido, nem está sendo dado a ele a chance de se preparar!
24. O volume de vazamentos de insiders, de observatórios e do Vaticano
está rompendo a barragem e liberando essas informações. A história mais
importante da Terra em mais de 3.000 anos está se libertando das amarras
feitas pelos controladores dos mercados financeiros.
25. Esses controladores colocam o dinheiro em maior estima do que a vida
humana. Ao público pode ser dada uma chance de se preparar se ele for
informado. Muitos locais da Terra estão agora, nesta data, tendo uma
pequena amostra dos eventos vindouros.
26. Conhecimento é Poder, Compreensão é Sabedoria! Você está preparado?
Que a Paz sempre te acompanhe...