O Programa de Pesquisa de
Ativação de Alta Frequência Auroral - HAARP - é a maior e mais
poderosa instalação do DOD - Departamento de Defesa dos Estados
Unidos e, em seu gênero , também a maior do mundo - entrementes, vem
sendo tema de um debate acalorado há mais de uma década para
definir, exatamente , qual a natureza desse projeto e para que
serve.
Localizado no sudeste do
Alasca , o HAARP é um campo de antenas construídas e interconectadas
de tal forma que o conjunto funciona como se fosse uma única e
imensa antena. De fato, quando for completada, será a maior estação
transmissora de ondas de rádio no mundo inteiro , com
um poder de irradiação efetivo de 3,6 bilhões de watts - 72 mil
vezes mais poderosa que a maior estação de rádio comercial
legalmente autorizada nos Estados Unidos ! Só que suas transmissões
não se destinam aos ouvidos humanos . Seu propósito é injetar toda
essa energia de frequência de rádio em um único "ponto" localizado
na região superior da atmosfera , uma faixa denominada "ionosfera".
Esse alvo terá aproximadamente 19 quilômetros de comprimento por 3
de largura e uma altitude de 80 a 144 quilômetros.
E por que eles querem injetar toda
essa energia na ionosfera? O governo dos Estados Unidos , os
comandos militares e muitos cientistas e acadêmicos afirmam que é
apenas uma instalação para pesquisas puramente científicas destinada
a aumentar nossa compreensão sobre as camadas superiores da
atmosfera - e nada mais do que isso. Seus críticos e detratores não
estão absolutamente convencidos da veracidade desta afirmação.
Alguns pesquisadores acreditam que o
HAARP é o protótipo para um sistema de armas do tipo "Guerra nas
Estrelas" baseadas no solo. Pode ser um radar avençado , capaz de ir
além do horizonte, seguindo a curvatura da Terra...ou pode resultar
de um esquema de destruição de mísseis intercontinentais (ICBMS)
lançados contra os Estados Unidos...ou talvez se destine a aniquilar
os elementos eletrônicos de satélites de espionagem inimigos...ou
ser usado para interferir nas comunicações de rádio desse inimigo.
Muitos cientistas que trabalharam no
projeto ou o estudaram a fundo, dizem se tratar de uma nova classe
de Armas de Destruição em Massa. O que ele realmente pode fazer é um
mistério, mas esses especialistas afirmam que esse grandioso
dispositivo pode realizar feitos nunca imaginados e voltados para a
destruição massiva, como:
1. Destruir ou desarmar aeronaves, mísseis ou satélites. Interromper comunicações em grandes regiões do planeta.
Com a grande potência do sinal gerado pelo HAARP, poderiam
simplesmente transmitir xiados que ninguém ia conseguir pegar nenhum
sinal claro de qualquer coisa e poderia desarmar mísseis queimando
seus circuito, gerando grandes correntes induzidas nos aparelhos (ou
de qualquer outro jeito legal de destruir algo).
2. Provocar e até mesmo controlar mudanças climáticas como furações
e tempestades.
Manipular os sistemas climáticos
globais, alterando os padrões do tempo, a incidência de chuvas, ou
secas.
3. Interromper o pleno funcionamento do cerebro humano ( controle
mental ) Talvez ele possa interferir nos minusculos pulsos elétricos
gerados pelo cérebro, fazendo este deixar de “funcionar” normalmente
.Usando o bombardeio de ondas de freqüência extremamente baixas, na
mesma faixa de freqüência que o cérebro humano opera, você pode
mudar os pensamentos e emoções de uma pessoa.
4. Causar terremotos.
Criar terremotos quando e onde
forem desejados na Terra.
5. Gerar emissão de Raios-X em
regiões do planeta.
VIDEOS
O vídeo seria um de
vários registros que mostram a ocorrência de estranhos fenômenos
luminosos no céu, cerca de trinta minutos antes do tremor de terra
de Sichuan, em 12 de Maio de 2008. Este vídeo em particular teria
sido gravado numa câmara de vídeo de um celular e esta atividade
meteorológica teria sido registrada apenas 30 minutos antes do
tremor de terra de Sichuan, lançando assim a possibilidade de que
possa haver uma correlação entre os dois eventos.
HAARP E CONTROLE MENTAL
Estas ondas magnéticas situam-se no mesmo
espectro de frequência das ondas cerebrais, e podem provocar tonturas,
nâusea, vertigens, fatiga, dores de cabeça, vômitos e mesmo disfunções
permanentes e irreversíveis. Isto permitiria desabilitar de tal forma um
hipotético inimigo que se tornaria incapaz de participar em combate ou
defender-se de um ataque (a definição de "inimigo" aqui é arbitrária!...).
Mas o potencial destas emissões não termina aqui, é possível através de
diferentes frequências, controlar os estados psíquicos humanos, desde a
histeria à passividade, da euforia à depressão, e mesmo induzir uma espécie
de hipnose de massas. Este tipo de propriedades das ELF (Extremely Low
Frequency waves) já foi objeto de estudos bastante concludentes, um deles, a
obra de José Delgado "Physical Control of the Mind" . (em
ingles aqui )
Algumas informações foram retiradas do livro
ARMAS ELETROMAGNÉTICAS - Jerry Smith , ed. Aleph
PROJETOS DE CONTROLE MENTAL
A CIA colocou um ponto final em seu
ameaçador programa MK-ULTRA ou apenas o atualizou, incluindo uma
série de armas magnéticas e microimplantes de cérebro?
Em 28 de Novembro de 1953, Frank Olson jogou-se pela janela do
décimo andar de um hotel em Nova Iorque. Ele era um cientista que
havia trabalhado na Chemical Corps Special Operations Division do
exército dos EUA, e seus problemas tinham iniciado a partir de uma
reunião realizada nove dias antes.
A reunião foi dirigida por Sidney Gottlieb diretor de serviços
técnicos da CIA. Sem que os assistentes da reunião soubessem,
Gottlieb tinha adquirido uma certa quantidade de LSD e queria
experimenta-lo secretamente. Colocando o LSD na bebida de Olson,
deu-lhe a garrafa e sentou-se para esperar os efeitos. Olson,
começou a sofrer efeitos secundários de descoordenação.
Posteriormente, um dos assistentes da reunião Bem Wilson, recordou
que Olson "estava psicótico".
Frank Olson morreu em 1953. Sua família acusou a CIA de "morte
legal", denunciou que Olson estava desequilibrado no momento de sua
morte, em razão de ter tomado, sem saber grandes doses de LSD.
Gottlieb e seu chefe, Allen Dulles, começaram uma operação de
encobrimento de 20 anos dos fatos que rodeavam a morte de Olson.
LAVAGEM CEREBRAL
Tratava-se do supersecreto projeto MK-ULTRA da CIA. O projeto nasceu
a partir de um projeto anterior, o Bluebird , que oficialmente teria
sido criado para fazer frente aos avanços soviéticos nas técnicas de
lavagem cerebral. Porem a Cia tinha outro objetivo: "estudar métodos
de controle dos indivíduos". O marco foi a experiência da "narco-hipnose",
que é combinação de drogas alteradoras da mente com uma cuidadosa
programação hipnótica.
Em plena evolução, o projeto Bluebird passou a ser chamado de
Projeto Artichoke (Projeto Alcachofra). Era um programa "ofensivo"
de controle da mente no qual estavam envolvidas as divisões de
espionagem das forças aéreas, marítimas e do exercito, assim como o
FBI.
A finalidade do projeto é descrita em um memorando de 1952, onde é
dito: Podemos obter o controle da mente de um indivíduo até o ponte
em que seja possível executar nossos desejos contra a sua vontade ou
contra as leis naturais, como a própria proteção? O objetivo era a
criação de um assassino programável.
Uma equipe da CIA foi formada para viajar pelo mundo inteiro. Sua
tarefa era comprovar as novas técnicas de interrogação e garantir
que as vitimas não se lembrassem de que foram interrogadas e
programadas. Inúmeros tipos de drogas foram utilizadas, desde a
maconha até o LSD, da heroína até o pentotal sódico, um narcótico
utilizado como anestésico, vulgarmente chamado de "soro da verdade".
No dia 13 de abril de 1953, nasce o programa MK-ULTRA da CIA, com
uma finalidade muito mais ampla do que as anteriores. Nos documentos
oficiais é descrito como um "projeto guarda-chuva", com 140
"subprojetos". Muitos subprojetos dedicavam-se a provas ilegais para
um possível em campo, outros estavam dedicados a eletrônica. Um
deles, explorava a possibilidade de "ativar o organismo humano
através do controle remoto". Porem, o mais importante de tudo isso,
prevalecia o principal objetivo da lavagem cerebral de indivíduos
para serem utilizados como informantes e espiões, mas sem saberem do
que se passava.
EXPERIÊNCIAS ILEGAIS
Quando foi formada em 1947, a CIA somente estava autorizada em atuar
em "ultramar". Desde o principio, a equipe do MK-ULTRA quebrou essa
condição e começou a fazer testes com cidadãos desprevenidos dos
Estados Unidos.
Nunca se saberá exatamente o alcance dos testes ilegais. Richard
Helms, diretor da CIA e arquiteto-chefe do programa, ordenou de
todos os arquivos do MK-ULTRA, antes de deixar o seu cargo em 1973.
Apesar destas precauções, alguns destes documentos não foram
destruídos e tornaram-se públicos no final da década de setenta. Os
documentos colocavam em evidência o grande cinismo da agência de
espionagem.
Um projeto particularmente detestável foi realizado pelo Dr. Harris
Isabel, diretor do Hospital de Serviço Público de Lexington,
Kentucky, uma instalação especializada em dependência de drogas.
Quando a CIA solicitou que descobrissem uma gama de drogas
"sintéticas", Isabel começou a fazer experiências com residentes
negros detentos. Diariamente lhes eram ministradas grandes doses de
LSD, mescalina, maconha e outras substâncias. Como recompensa pela
participação da experiência, os residentes recebiam "doses" de
morfina de alta qualidade, dependendo de sua cooperação. Levado às
subcomissões do Senado, em 1975, Isabel não viu nenhuma contradição
em proporcionar as drogas pesadas aos doentes muitos viciados que
estavam sob sei tratamento.
Perante a indignação pública, a CIA anunciou que tinha substituído
os programas de controle mental. Victor Marchetti, que trabalhara na
CIA por 14 anos, disse que isso não era verdade.
IMPLANTES CEREBRAIS
Diante de uma possível investigação, a agencia apressou-se em tirar
a importância de sucesso do MK-ULTRA, dizendo que não havia
conseguido obter progresso reais. Milles Copeland, outro agente
veterano da CIA, expressou suas duvidas sobre isso. Copeland revelou
a um jornalista que, "o comitê do Congresso que investigou estes
assuntos, só obteve uma idéia superficial do que realmente
aconteceu". Outra fonte do interior da comunidade de espiões diz
que, depois de 1973, os esforços da CIA direcionaram-se cada vez
mais para o campo da psico-eletrônica. Não podiam extrair mais nada
da narco-hipnose.
O neuropsicólogo José Delgado pesquisava a estimulação eletrônica do
cérebro. Implantando uma pequena sonda no cérebro, Delgado descobriu
que podia exercer um enorme poder sobre o indivíduo. Utilizando um
dispositivo que foi chamado de "estimulador cerebral", que
funcionava com ondas de rádio FM, podia comandar eletronicamente uma
ampla gama de emoções, incluindo a ira, o palpite sexual e o
cansaço.
Em 1966, Delgado anunciou que seus resultados apoiavam "a
desagradável conclusão de que o movimento, as emoções e o
comportamento podem ser controlados através de pulsadores, como se
faz com os robôs". Financiado pela Office of Naval Research, Delgado
olhava para o futuro, quando a sociedade puder "psico-civilizar-se".
Apesar da miniaturização dos implantes, o seguinte avanço importante
foram as microondas.
Colocando um voluntário em um campo eletromagnético, o Dr. Ross Adey,
da Universidade da Califórnia, fez uma terrível descoberta.
Empregando algumas ondas de rádio específicas, Adey podia interferir
nas ondas cerebrais do indivíduo.
Outro cientista, Allen Frey, descobriu que podia induzir os sonhos à
distância nos indivíduos submetendo-os a ondas eletromagnéticas.
Descobriu também que podia produzir sons diretamente no interior da
mente de um voluntário.
Desde os primeiros trabalhos de Frey, Joseff Sharp, o médico do
Walter Reed Army Institute of Research, pôde transmitir palavras
através de microondas. Situado no interior de um campo magnético,
Sharp ouviu e compreendeu as palavras que um colega lhe transmitia.
No âmbito da medicina, isto significou uma importante inovação, pois
representaria um imenso benefício para a surdez. Contudo, as
comunidades militares e de espionagem dos Estados Unidos
capitalizaram estas descobertas. Os programas de pesquisa sobre o
eletromagnetismo nunca foram revelados, apesar da Ata de Liberdade
de Informação.
CONTROLE REMOTO
Em 1974, J. F. Scapitz, um cientista financiado pelo Departamento de
Defesa, pensou em combinar os estudos de hipnose do MK-ULTRA com as
técnicas de microondas. Em um anteprojeto apresentado ao
Departamento de Defesa, Scapitz dizia: "Será demonstrando que a
palavra falada pelo hipnotizador poderá ser dirigida através de
energia eletromagnética modulada para as regiões subconscientes do
cérebro. Isto, dizia, poderia ser conseguido sem o emprego de nenhum
dispositivo técnico de recepção de mensagens".
Os agentes dos Estados Unidos poderão intervir a distância na mente
de um indivíduo. Scaptz foi ainda mais longe dizendo: "Isto poderá
ser obtido sem que a pessoa em questão perceba o que está lhe
acontecendo".
Desde então, pouca informação foi descoberta sobre o assunto,
segundo a imposição de uma rígida norma de segurança. Apesar disto,
informações fragmentadas continuam sendo publicadas. O que se pode
deduzir delas nos passa uma imagem desoladora.
Existem provas de que, por trás das iniciativas norte-americanas do
Non Lethal Defence esconde-se a tecnologia do controle mental e da
alteração do comportamento.
O anúncio feito em 1995, de que as armas não letais, incluindo-se as
microondas de alta potência e os dispositivos de freqüência de
rádio, devem ser legalizados, foi recebido com consternação. O
programa "Outras Operações Não de Guerra" abre o caminho aos
militares para movimentarem-se no campo civil, amparando-se em um
suposta maios eficácia na luta contra o narcotráfico, o terrorismo e
outras atividades ilegais.
Muitos cidadãos consideram que este argumento é uma mera desculpa.
Temem o uso generalizado das tecnologias que alteram a mente e
acreditam que a democracia está correndo perigo, considerando-se os
abusos já cometidos pelo governo.
IMPLANTES EM MINIATURA
Um número crescente de pessoas denunciam que tiveram dispositivos
implantados, capazes de exercer uma manipulação mental. A Internet
oferecem imagens de radiografias cerebrais que mostram implantes. É
difícil comprovar a sua autenticidade.
Pessoas como Robert Naeslund (radiografia de seu crânio acima) foram
alvo de implantes. "Estes transmissores mudaram a minha vida de
diversas formas e me atormentam com o seu uso constante", disse.
Não há dúvida de que existem implantes em miniatura. Uma pesquisa
realizada por Jane Affleck revelou um documento da NASA de 1970 -Implantable
Biotelemetry Systens- que mostrava implantes do tamanho de uma
moeda. Atualmente, diz-se que existem implantes da espessura de um
fio de cabelo.
GRUPO DE PRESSÃO
A Rede Internacional Contra o Controle da Mente, com sede na Suécia,
conduz uma campanha para que se acabe com esta prática, e afirma que
tal técnica é utilizada por serviços de segurança do mundo inteiro.
Informa incidências nos Estados Unidos, Alemanha, Suécia, Dinamarca
e Grã-Bretanha, destacando que esta prática é um agrave infração aos
direitos humanos.
O grupo informa que existem vítimas nas quais foram implantados
transmissores, assim como eletrodos e cristais de transmissores de
rádio.
Supõe-se que esta forma de controle da mente -que foi denominada
estimulação eletrônica do cérebro ou telemetria biomédica-
utiliza-se para enviar mensagens diretamente ao cérebro. Também
podem-se registrar e analisar a atividade cerebral de um indivíduo.
Como era esperado, a resposta que o grupo de pressão tem recebido
dos políticos tem sido um desmentido, ou que os organismos
relacionados com os serviços se segurança não dão satisfação de seus
atos ao público.
MASSACRE DE JONESTOWN
Existem muitos rumores se que, por trás do massacre de Jonestown,
havia uma experiência de controle mental realizado pela CIA, que
ocorreu na Guiana em novembro de 1978.
O relatório oficial diz que 913 membros do culto do Templo do Povo
dirigido pelo reverendo Jim Jones, suicidaram-se em massa bebendo
cianureto. O massacre ocorreu pouco tempo depois de um congressista
dos Estados Unidos, enviado para investigar os abusos dos direitos
humanos em Jonestown, ser assassinado pelos discípulos de Jones.
Porém, um legista local declarou que 80% dos mortos tinham falecido
por tiros ao invés de envenenados.
As teorias da conspiração sustentam que a CIA tinha transferido suas
operações do MK-ULTRA dos hospitais mentais e das prisões para a
área dos cultos religiosos em crescente expansão.
VÍTIMAS DE CONTROLE MENTAL
Na Grã-Bretanha, o caso mais famoso é o de Joe Vialls. Nos anos
oitenta, viu-se envolvido na controvérsia que rondou as suspeitosas
mortes de vários cientistas. Acossado por sinais acústicos que lhe
alteravam a mente, Vialls entrou em contato com a Fundação Médica
para a Assistência de vítimas da Tortura de Londres.
Anthony Verney viajou grandes distâncias para catalogar algumas
experiências pessoais muito assustadoras. Os relatórios de um
cidadão britânico que vivia perto de uma estação de comunicações,
apresentam notáveis semelhanças com os casos relatados pelas vítimas
norte-americanas.
Primeira Recomendação para Minimizar
os Riscos do Telefone Celular: Não use telefones celulares! São
perigosos!
Quão perigoso?
Ainda não sabemos, mas sabemos que são perigosos.
“A exposição voluntário do cérebro a microondas provenientes de
telefones celulares... [é] a maior experiência em biologia humana
jamais conduzida.”
-- Professor Leif Salford, Chefe de Pesquisas da Universidade Lund,
Suecia.
Você quer esperar até se saber com certeza exatamente quão perigosos
são os telefones celulares, antes de você e seus filhos deixar de
usar eles?
Provavelmente não.
A única recomendação segura para
crianças é...
Não os deixem usar um celular, nem para jogos. (Talvez a única
exceção a isso seria o uso do celular num verdadeiro emergência.)
Não compre celular para elas. E se já tem um celular,
não deixe eles dormirem com o celular debaixo
do travesseiro em hipótese alguma!
Eduque a eles sobre os perigos, e seja um bom exemplo para eles.
Se você ainda não tem assistido aos vídeos
aqui sobre os perigos do telefone celular, por favor, tome o
tempo para assistir. Se você conheça alguém com crianças que usam
celulares, deixe-os saberem sobre essa pagina para eles poder se
informar também.
O que fazer se deixar de usar o celular não e uma opção viável para
você?
Há precauções que você pode tomar para tornar menos perigoso o seu
uso do telefone celular.
Recomendações para Minimizar os Riscos do Telefone Celular:
* Limite a quantidade de tempo que você fala no celular. O risco de
câncer do cérebro o do olho, ou algum outro doença grave, é maior
quanto mais tempo fala no celular.
* Seja cortes, mas breve. Desaconselhe conversações não necessárias
no celular. Considere usar as mensagens de texto no possível.
Desenvolva a sua própria estratégia para evitar conversas longas no
celular.
* Use um telefone fixo sempre que seja possível. Isso não inclui os
telefones sem fio, que também emitem perigosa EMR (são as siglas em
inglês; significam radiação eletromagnética.)
# Use auricular com um
tubo de ar (“air tube headset”). Esse tipo de auricular é seguro
porque o EMR não se desloca dentro do tubo de ar. Ao contrario dos
auriculares comuns, incluindo os auriculares e peças para o ouvido
Bluetooth, o auricular com tubo de ar não age como se fosse uma
antena. (O Bluetooth aparentemente, porem, emite menos EMR que os
telefones celulares comuns; mais ainda assim, já que é colocado
diretamente dentro da orelha, seja qual for a quantidade de radiação
emitida pelo o Bluetooth, essa radiação vai diretamente ao cérebro
através do canal de orelha, uma situação obviamente indesejável.)
# Use o alto-falante do celular sempre que seja possível. Nunca
segure o celular de maneira que ele esteja tocando a sua cabeça. A
quantidade de EMR absorvida pelo corpo diminui em proporção à
distancia entre a fonte de EMR e o seu corpo. O mais longe que o
celular fique de seu corpo, melhor, porque você estaria absorvendo
menos radiação.
# Faca as ligações de um lugar aberta, e não desde o carro, um
elevador, ou um prédio. A quantidade de EMR emitida do celular
aumenta quando o sinal está fraco. Por isso, é melhor usar o celular
quando o sinal está forte.
# Apague o celular quando você esteja num veiculo que está se
movimentando rapidamente, como num trem ou avião. O celular emite
EMR ao máximo possível tentando manter-se conectado às varias torres
de celular (estações radio-base, ou ERBs) que vai passando.
# Mantenha o celular o mais longe possível da sua cabeça e das
outras partes de seu corpo também. É melhor nem segurá-lo na mão. O
dano feito pela EMR não se limite aos danos aos tecidos corporais
perto do lugar de exposição.
# Apague o celular quando estás dentro dos elevadores e outros
recintos de metal. O metal reflete a EMR, aumentando assim a
quantidade de radiação à que você esteja exposto. (O difícil é fazer
que as outras pessoas no elevador apaguem as suas também.) Às vezes
quando estou num elevador, falou aos outros “passageiros” sobre as
vantagens de apagar os celulares. Lamentavelmente, não muitos o
fazem, mas quem sabe? Eventualmente tal vez mais pessoas começarem
apagá-los.
# Mantenha o celular
longe do corpo. Não fique com o celular no seu bolso nem no cinto.
Você não quer o celular perto dos seus órgãos vitais. A propósito –
você tem algum órgão que não seja vital para você?
# Apague o seu celular à noite. E não durma com ele debaixo do
travesseiro em hipótese alguma! Não deve usar o celular como
despertador. Um despertador a pilhas é uma opção muito melhor. Você
dormirá melhor, também. É comprovado que o EMR dos celulares e ainda
dos despertadores elétricos pode diminuir a qualidade do sono.
# Não use o celular dentro do carro. Há dois motivos muito bons para
isso. O primeiro é que o metal do carro reflete muito da radiação de
volta a você, aumentando sua exposição à EMR. A segunda razão não
tem nada a ver com a EMR. É que falar no telefone e conduzir ao
mesmo tempo, ainda se está usando o alto-falante do celular, aumenta
o risco de acidentes. Por isso, a nossa recomendação é simplesmente
apagar o celular ao entrar no carro. Pode ver as suas mensagens
depois de chegar ao seu destino, intato.
do site
Professor da Unicamp vai contra a
corrente
Se você precisa entrar em contato com o professorVitor Baranauskas,
da Faculdade de Engenharia
Elétrica e de Computação da Unicamp, vá pessoalmente, mande e-mail
ou torça para ele estar próximo ao telefone fixo. Pelo celular, nem
pensar. Baranauskas é referência quando o assunto é: "fique longe
desses aparelhinhos!". Ele explica o motivo: "O celular emite
microondas iguais ao do forno de microondas. Essas microondas são,
em grande parte, absorvidas pelo cérebro e podem gerar danos ao
usuário, mesmo com os níveis que as indústrias consideram seguros à
saúde", disse. De acordo com Baranauskas, um estudo americano
apontou que 80% da radiação emitida pelos celulares,
independentemente do tempo de uso, é absorvida pelo cérebro. "Não
temos defesa natural contra microondas." Outra argumentação do
professor da Unicamp é que as normas que as empresas de celulares
seguem são baseadas num cérebro adulto, que tem a espessura do
crânio em torno de 2 milímetros. "Mas uma criança de 5 anos tem 0,5
mm de espessura do crânio", completou. Outra base de Baranauskas é
um estudo realizado na Suécia: ratos foram expostos à radiação
celular (em níveis considerados baixos pelas indústrias) diariamente
por duas horas, durante 50 dias. "Os ratos apresentaram pontos
escuros no cérebro, microhemorragias e perda de massa encefálica. O
cérebro ficou poroso", declarou. Baranauskas defende que deveria
haver maior empenho sobre o uso correto do celular. "As empresas
sabem que o risco existe e estão jogando com esse risco, assim como
as empresas de cigarro fizeram", afirmou. Para quem acha inevitável
usar o celular e não consegue mais viver sem essa tecnologia,
Baranauskas (que garante que não vai se render enquanto não tiver
certeza de que é 100% seguro) lista uma série de dicas: fale no
viva-voz ou com fone de ouvido, regule o volume de forma que possa
usar o aparelho longe da cabeça, espere a ligação ser completada
para colocar o celular na orelha - o celular aumenta em até cinco
vezes sua potência para localizar a antena mais próxima - e evite
usar o celular em lugares fechados, como elevadores e carros.
(Resenha do livro
Angels Don't Play This HAARP, por Dr. Nick Begich e Jeane Manning)
Technonet, a forma
de protesto dos anos 90: fazer piquetes nas estradas de informação.
Por exemplo, um grupo de homens e mulheres, que vem crescendo
rapidamente em todo o mundo, está usando a Internet (introduzida
pelos militares norte-americanos para transferência e troca de
informações que nunca eram interceptadas) para chamar atenção para
um questionável projeto militar no Alasca. Esse pessoal adepto da
Internet, de correios eletrônicos e do fax está abrindo buracos no
muro de segredos do Departamento de Defesa dos Estados Unidos
utilizando o próprio sistema do governo.
A parte impressa do protesto se iniciou quando Dennis Specht,
ativista antinuclear que na época morava no Alasca, enviou uma
notícia para a Nexus sobre o tema HAARP -sigla em inglês para
Programa de Pesquisa Auroral Ativo de Alta Freqüência. Naquela
época, um ativista político e pesquisador científico alasquiano de
Anchorage, Nick Begich, entrou em contato, via Internet, com Patrick
e Gael Crystal Flanagan, autodescritos como "tecnomonges" moradores
de Sedona, Arizona, que lhe disseram para checar naquela revista
australiana. Begich ficou surpreso ao ver uma notícia de sua cidade
natal em Nexus e imediatamente foi à biblioteca local para
desencavar os documentos citados no artigo.
Essa pesquisa conduziu à elaboração de artigos e ao livro Angels
Don't Play This HAARP: Advances in Tesla Tecnology (Os Anjos Não
Tocam Esta HAARP: Avanços na Tecnologia de Tesla), com 230 páginas
de informações detalhadas sobre esse projeto que interfere no
ambiente terrestre. Este artigo apresentará apenas os pontos de
maior interesse. Apesar da quantidade de pesquisas (350 notas de
rodapé), no fundo trata-se de uma história sobre pessoas comuns que
assumiram em desafio extraordinário.
O HAARP
COZINHA A ATMOSFERA SUPERIOR
O HAARP ataca a atmosfera superior com um raio eletromagnético
concentrado e passível de ser controlado. Trata-se de um modelo
avançado de um aquecedor ionosférico. (A ionosfera é a esfera
eletricamente carregada que circunda a atmosfera superior da Terra.
Eleva-se a cerca de 64 a 700 km da superfície da Terra).
Em termos simples, a aparelhagem do HAARP é uma inversão de um rádio
telescópio: antenas enviam sinais em vez de recebê-los. O HAARP
constitui a série de testes que têm por objetivo desenvolver uma
tecnologia de ondas de rádio super-poderosa que eleva áreas da
ionosfera concentrando um raio e aquecendo essas áreas. As ondas
eletromagnéticas então voltam para a Terra e penetram em tudo - vivo
e morto.
A publicidade do HAARP passa a impressão de que Projeto de Pesquisa
Auroral Ativo de Alta Freqüência constitui principalmente um projeto
acadêmico, com o objetivo de modificar a ionosfera para melhorar as
comunicações para nosso próprio bem. Contudo, outros documentos
militares dos Estados Unidos são mais claros: o HAARP visa aprender
a "explorar a ionosfera tendo em vista as finalidades do
Departamento de Defesa." A comunicação com submarinos é apenas uma
dessas finalidades.
Informações encaminhadas à imprensa e outras informações dadas pelos
militares sobre o HAARP constantemente minimizam o que ele poderia
fazer. Documentos publicitários insistem que o projeto HAARP não é
diferente de outros aquecedores da ionosferera que estão operando
com segurança em todo o mundo em lugares como Arecibo, em Porto
Rico; Tromso, na Noruega; e locais na ex-União Soviética. No
entanto, um documento de 1990 do governo sugere que o ataque do
potencial de freqüência de rádio (fr) levará a ionosfera a
apresentar atividades não naturais: "Nos potenciais de alta
freqüência mais elevados disponíveis no Ocidente, as instabilidades
normalmente estudadas estão se aproximando de sua máxima capacidade
de dissipação de energia de fr, além da qual os processos
plasmálicos 'resvalarão' até que seja atingido o próximo fator
limitante."
Caso os militares, em cooperação com a Universidade do Alasca, em
Fairbanks, consigam demonstrar que essa nova tecnologia "Guerra nas
Estrelas" terrestre é segura, os dois saem ganhando. Os militares
podem dispor de um escudo de defesa relativamente barato e a
universidade pode se gabar da manipulação geofísica mais
surpreendente desde as explosões atmosféricas de bombas nucleares.
Depois de testes bem-sucedidos, eles conseguiriam os megaprojetos
militares do futuro, além de imensos mercados para o gás natural de
North Slope, no Alasca.
Ao observarmos os outros inventos patenteados baseados no trabalho
do físico texano Bernard Eastlund, fica óbvio o uso que os militares
pretendem dar ao transmissor HAARP. Também tornam-se menos dignas de
crédito as negativas do governo. Os militares sabem como tencionam
utilizar essa tecnologia, e deixaram sua intenção clara em seus
documentos. Eles deliberadamente enganaram o público por meio de
sofistiçados jogos de palavras, artifícios e absoluta desinformação.
Os militares dizem que o sistema HAARP
poderia: 1) Fornecer aos militares uma ferramenta para
substítuir o efeito de pulsação eletromagnética dos aparelhos
termonucleares atmosféricos (pelo menos até 1986, eram considerados
uma opção viável);
2) Substituir o gigantesco sistema de çomunicação
submarina de Freqüência Extremamente Baixa em operação em Míchigan e
Wiscosin por uma tecnologia mais nova e completa;
3) Ser usado para substituir o sistema de radar
além-do-horizonte, antes planejado para se situar na localização
atual do HAARP, por um sistema mais flexível e preciso;
4) Proporcionar uma maneira de eliminar as
comunicações sobre uma área extremamente grande, e ao mesmo tempo
manter os próprios sistemas de comunicações milítares em
funcionamento;
5) Fornecer uma tomografia de penetração da Terra
em uma grande área que, caso combinada com a capacidade de
processamento dos computadores EMASS e Cray, tornaria possível
investigar vários signatários de acordos de não proliferação nuclear
e de paz;
6) Ser uma ferramenta na sondagem geofísica para
prospecção de jazidas de petróleo, gás e minérios sobre uma grande
área; e
7) Ser usado para detectar aviões e mísseis de
baixo nível que estejam se aproximando à alta velocidade, tornando
obsoletas outras tecnologias.
As capacidades descritas acima parecem ser uma boa idéia para todos
os que acreditam numa sólida defesa nacional e para os que estão
apreensivos com o corte de gastos. Contudo, os possíveis usos não
explicados pelos relatórios HAARP, e que podem ser encontrados
apenas nos relatórios da Força Aérea, do Exército, da Marinha e de
outros órgãos federais dos Estados Unidos, são alarmantes. Além
disso, os efeitos da utilização imprudente desses níveis de potência
em nosso escudo natural - a ionosfera - poderiam ser catastróficos,
segundo alguns cientistas.
Uma alasquiana diz isso sem rodeios. Clare Zickuhr, uma das
fundadoras do movimento NO HAARP (Não ao HAARP), afirma: "Os
militares vão dar um grande pontapé na ionosfera para ver o que
acontece."
Os militares não disseram ao público que não sabem exatamente o que
acontecerá, mas um artigo científico de Penn State se vangloria
dessa incerteza. Ciência de macho? O projeto HAARP utiliza os níveis
mais altos de energia com os quais já se brincou, aquilo que Begich
e Manning chamam "os garotões com seus brinquedos novos." Trata-se
de um experimento no céu, e os experimentos são conduzidos. para se
descobrir algo ainda desconhecido. Cientistas independentes disseram
a Begich e Mannlng que um "arrasa-céu" do tipo HAARP com seus
efeitos imprevistos poderia ser um ato de vandalismo global.
A HISTÓRIA DO HAARP
As patentes descritas a seguir formavam o pacote de idéias
originalmente controladas por ARCO Power Technologies lncorporated (APTI),
subsidiária de Atlantic Richfield Company, uma das maiores
companhias de petróleo do mundo. AAPTI foi a empreiteira que
construiu as instalações do HAARP. A ARCO vendeu sua subsidiária, as
patentes e o contrato da segunda fase de construção para E-Systems
em junho de 1994.
A E-Systems é uma das maiores empreiteiras de serviços de
inteligência do mundo, prestando serviços para a CIA, organizações
de inteligência de defesa e outras. Dezoito bilhões de dólares de
sua receita se devem a essas organizações, com $800 milhões de
projetos negros-projetos tão secretos que nem mesmo o congresso do
Estados Unidos é informado sobre como o dinheiro está sendo gasto.
A E-Systems foi comprada pela Raytheon, uma das maiores empreiteiras
de sistemas de defesa do mundo. Em 1994, a Raytheon aparecia em 42°
lugar na relação das 500 empresas da revista Fortune. A Raytheon
possui milhares de patentes, algumas das quais serão valiosas para o
projeto HAARP. Doze patentes constituem a espinha dorsal do HAARP, e
estão, agora entre milhares de outras patentes mantidas no nome da
Raytheon.
A patente americana número 4.686.605 de Bernard J. Eastlund, "Método
e Aparelhagem para Alteração de uma Região da Atmosfera, Ionosfera
e/ou Magnetosfera da Terra," ficou lacrada durante um ano por uma
ordem governamental de sigilo. O aquecedor ionosférico de Eastlund
era diferente: a irradiação de freqüência de rádio (fr) era
concentrada e focalizada em um ponto da ionosfera. Essa diferença
lança uma quantidade sem precedente de energia na ionosfera. O
aparelho de Eastlund permitiria uma concentração de um watt por
centímetro cúbico, em comparação com outros aparelhos com capacidade
de liberação de apenas um milionésimo de watt.
Essa enorme diferença poderia produzir a elevação e modificação da
ionosfera necessárias para se criar os efeitos futuristas descritos
na carta-patente. Segundo a carta-patente, o trabalho de Nikola
Tesla no início dos anos de 1900 formou a base da pesquisa.
Qual seria o valor dessa tecnologia para a ARCO, proprietária das
patentes? A empresa poderia ter obtido lucros enormes irradiando a
força elétrica, sem fios, a partir de uma usina elétrica nos campos
de gás para o consumidor.
Durante certo tempo, os pesquisadores do HAARP não conseguiram
provar que esse fosse um dos futuros usos do sistema. Em abril de
1995, contudo, Begich descobriu outras patentes relacionadas a uma
lista de "pessoal-chave" para a APTI. Algumas dessas novas patentes
da APTI constituíam, de fato, um sistema sem fios para transmissão
de energia elétrica.
A patente de Eastlund dizia que a tecnologia pode confundir ou
destruir completamente os sofisticados sistemas de orientação de
aviões e mísseis. Além disso, essa capacidade de difundir ondas
magnéticas de freqüências variáveis em grandes áreas da Terra - e de
controlar mudanças nessas ondas - torna possível a desativação das
comunicações em terra ou no mar, bem como no ar. A carta-patente
dizia:
"Dessa maneira, esta invenção proporciona a capacidade de introduzir
quantidades inéditas de energia na atmosfera da Terra em locais
estratégicos e de manter o nível de injeção de energia, em
particular se houver o emprego de pulsação aleatória, de forma bem
mais precisa e mais bem controlada do que a conseguida até agora
pela tecnologia anterior, em especial pela detonação de artefatos
nucleares de várias potências em várias altitudes...
"É possível não só interferir nas comunicações de terceiros como
também aproveitar uma ou mais irradiações para estabelecer uma rede
de comunicações, embora o restante das comunicações do mundo estejam
interrompidas. Em outras palavras, o que é utilizado para destruir
as comunicações dos outros pode ser empregado ao mesmo tempo, por um
conhecedor dessa invenção, como uma rede de comunicações...
"Grandes regiões da atmosfera poderiam ser erguidas a altitudes
inesperadamente elevadas, de modo que os mísseis se deparassem com
f'orças de atração repentinas e imprevistas com sua conseqüente
destruição...
"É possível modificar o clima. Por exemplo, alternando-se os padrões
de ventos da atmosfera superior, por meio da construção de uma ou
mais formações de partículas atmosféricas que atuarão como uma lente
ou aparelho focalizador... Podem ocorrer modificações moleculares da
atmosfera, de modo que efeitos ambientais positivos possam ser
alcançados. Além de realmente modificar a composição molecular de
uma região atmosférica, uma molécula ou moléculas em particular
podem ser selecionadas para ter uma predominância cada vez maior.
Por exemplo, as concentrações atmosféricas de ozônio, nitrogênio e
outros gases poderiam ser artificialmente aumentadas..."
Begich descobriu outras onze patentes da ATPI. Elas diziam como
realizar "Explosões de Proporções Nucleares sem Radiação," construir
sistemas de irradiação de energia, radares além-do-horizonte,
sistemas de detecção de mísseis com ogivas nucleares, pulsações
eletromagnéticas previamente produzidas por armas termonucleares e
outros truques de "Guerra nas Estrelas." Esse grupo de patentes é o
sustentáculo do sistema de armas do HAARP.
MANIPULAÇÃO MENTAL
Pesquisas relacionadas a esse assunto realizadas por Begich e
Manning desvendaram esquemas bizarros. Por exemplo, documentos da
Força Aérea dos Estados Unidos revelaram que fora desenvolvido
um sistema de manipulação e destruição dos processos mentais humanos
por meio da irradiação de freqüência oscilante de rádio (a
matéria-prima do HAARP) sobre extensas áreas geográficas.
O material mais impressionante sobre essa tecnologia procedia de
textos escritos por Zbigniew Brzezinski (conselheiro de Segurança
Nacional do presidente Carter) e por J.F. MacDonald (conselheiro
científico do presidente Johnson e professor de geofísica na UCLA
-Universidade da Califórnia), sobre o uso de transmissões de
irradiações de energia em operações de guerra geofísica e ambiental.
Os documentos mostraram como esses efeitos podem ser provocados e os
efeitos negativos na saúde e no raciocínio humanos.
As possibilidades de o HAARP causar destruição mental são muito
preocupantes. Mais de 40 páginas do livro, com dúzias de notas de
rodapé, relatam o trabalho de professores da Universidade de
Harvard, de projetistas militares e cientistas planejando e testando
essa utilização da tecnologia eletromagnética. Por exemplo, um dos
trabalhos que descrevia essa utilização era proveniente da Cruz
Vermelha Internacional de Genebra. O trabalho fornecia até as
variações de freqüência em que esses efeitos poderiam ocorrer - as
mesmas variações que o HAARP tem capacidade de irradiar.
A afirmação a seguir foi feita há mais de 25 anos num livro escrito
por Brzezinski quando era professor na Universidade de Columbia: "Os
estrategistas políticos estão tentados a explorar a pesquisa do
cérebro e do comportamento humano. O geofísico Gordon J .E.
MacDonald - especialista em questões relacionadas à guerra - diz que
batidas eletrônicas precisamente ritmadas e artificialmente ativadas
poderiam levar a um padrão de oscilações que produz níveis
relativamente altos de energia sobre certas regiões da Terra...
Dessa maneira, seria possível desenvolver um sistema que
prejudicaria seriamente o desempenho cerebral de populações muito
grandes em regiões selecionadas em um período prolongado de
tempo...' Não importa o quão perturbadora, para certas pessoas,
seja a noção de se usar o ambiente para manipular o comportamento e
assim obter vantagens para o país, é bem provável que a tecnologia
que vai tornar possível tal uso se desenvolva nas próximas décadas."
Em 1966, MacDonald era membro da Comissão Consultiva Científica da
Presidência da República e mais tarde foi membro do Conselho da
Qualidade Ambiental da Presidência. Ele publicou trabalhos sobre o
uso de tecnologias de controle ambiental para fins militares. O
comentário mais importante feito por ele na qualidade de geofísico
foi: A chave para as operações de guerra geofísica e a identificação
de instabilidades ambientais nas quais a adição de pequena
quantidade de energia liberaria quantidades muito maiores de
energia."
Se os geofísicos do passado previram os avanços da atualidade, será
que os administradores do projeto HAARP estão produzindo essa visão?
Os geofísicos reconheceram que a adição de energia ao caldo
ambiental poderia provocar extensos efeitos. Contudo, a espécie
humana já acrescentou quantidades substanciais de energia
eletromagnética ao nosso ambiente sem pensar em que quantidade
poderia constituir a massa crítica. O livro de Begich e Manning
propõe questões. Essas adições não tiveram efeito. ou existe uma
quantidade cumulativa que, se ultrapassada, pode provocar danos
irreparáveis? O HAARP representa outro passo numa jornada sem volta?
Estamos prestes a nos envolver em outro experimento de energia que
liberta outra legião de demônios da caixa de Pandora?
Já em 1970, Zbigniew Brzezinski previu o surgimento gradual de uma
"sociedade mais controlada e orientada," ligada à tecnologia. Essa
sociedade seria dominada por um grupo de elite capaz de impressionar
os eleitores com um conhecimento científico supostalmente superior.
Angels Don?t Play This HAARP faz citações de Brzezinski:
"Liberta das restrições dos valores liberais tradicionais, essa
elite não hesitaria, para atingir seus objetivos políticos, em usar
as mais recentes técnicas modernas para influenciar o comportamento
do público e manter a sociedade sob rígida vigilância e controle. O
impulso técnico e científico então se alimentaria da situação que
ele mesmo explora."
Suas previsões
se mostraram corretas. Hoje, estão surgindo inúmeras novas
ferramentas para a elite, a tentação de usá-las aumenta
constantemente. As políticas que tornam possível a utilização
das ferramentas que já estão prontas. Como os Estados Unidos
poderiam ser transformados, pouco a pouco, na tecnosociedade
altamente controlada profetizada? Entre os "degraus" que levam a
esse estado, Brzezinski previu as crises sociais persistentes e o
uso das comunicações de massa para ganhar a confiança do público.
Em outro documento elaborado pelo governo, a Força Aérea dos Estados
Unidos afirma: "As aplicações potenciais de campos eletromagnéticos
artificiais são bem abrangentes, podendo ser usados em muitas
situações militares ou semelhantes...Alguns desses usos potenciais
incluem lidar com grupos terroristas, controle de multidões,
controle de falhas de segurunça em instalações militares e técnicas
antipessoais em operações táticas de guerra.. Em todos esses
casos os sistemas eletromagnéticos (EM) seriam empregados para
produzir perturbação psicológica desde branda até grave ou distorção
da percepção ou desorientação. Além disso, a capacidade de os
indivíduos exercerem suas funções poderia ser diminuída a tal ponto
que eles ficariam inutilizados para combate. Outra vantagem dos
sistemas eletromagnéticos é que um único sistema pode proporcionar
cobertura sobre grandes áreas. Eles são silenciosos, e pode ser
difícil desenvolver contramedidas para combatê-los...Uma última área
em que a irradiação eletromagnética pode mostrar certo valor é no
aumento das capacidades de indivíduos para fenômenos anômalos."
Esses comentários sugerem que já existem casos desenvolvidos em
certo grau? O autor do relatório do governo se refere a um documento
anterior da Força Aérea sobre os usos da irradiação de
rádio-freqüência em simulações de combate. (Aqui Begich e Manning
observam que o HAARP é o maior e mais versátil transmissor de
rádio-freqüência do mundo).
O Relatório Parlamentar dos Estados Unidos ocupa-se do uso do HAARP
para penetração na Terra com sinais lançados da ionosfera. Esses
sinais são usados para observar o interior do planeta a uma
profundidade de muitos quilômetros para localizar depósitos de
munições, minerais e túneis subterrâneos. Para 1996, o Senado dos
Estados Unidos reservou US$15 milhões para desenvolver somente este
poder: tomografia de penetração da Terra.
O problema é que a freqüência necessária para radiações que penetrem
na Terra encontra-se nos limites de freqüência mais citados por
provocar a perturbação das funções mentais humanas. Pode também
apresentar profundos efeitos em padrões de migração de peixes e
animais selvagens que contam com um campo de energia calmo para
encontrar suas rotas.
Como se não bastassem as pulsações eletromagnéticas nos céus e a
perturbação mental, Eastlund se gabava que o aquecedor ionosférico
superpoderoso podia controlar o clima.
Begich e Manning revelaram documentos governamentais que indicam que
os militares possuem tecnologia de controle do clima. Quando o HAARP
for finalmente posto a funcionar em potência máxima, poderá criar
efeitos climáticos sobre hemisférios inteiros.
Caso um governo faça experiências com os padrões de clima do mundo,
o que for feito em um lugar terá impacto em todos os habitantes do
planeta. Angels Don't Play This HAARP explica um princípio por trás
de algumas das invenções de Nikola Tesla - a ressonância - que afeta
os sistemas planetários.
BOLHA DE
PARTÍULAS ELÉTRICAS
Angels Don't Play This HAARP inclui entrevistas com
cientistas independentes como Elizabeth Rauscher. A doutora Rauscher
tem uma longa e impressionante carreira em física de alta energia,
bem como trabalhos publicados em periódicos e livros científicos de
prestígio. Rauscher comentou a propósito do HAARP: "Vocês estão
bombeando uma energia tremenda para o interior de uma configuração
molecular extremamente delicada, composta por essas camadas
múltiplas que chamamos de ionosfera".
A ionosfera é propensa a reações catalíticas, explicou ela: se uma
pequena parte for modificada, pode ocorrer uma grande alteração no
sistema. Ao descrever a ionosfera como um sistema delicadamente
equilibrado, a Dra. Rauscher partilhou sua imagem mental dela: uma
esfera semelhante a uma bolha de sabão circundando a atmosfera da
Terra, com movimentos circulares sobre a superifície da bolha. Caso
ocorra uma perfuração muito grande na bolha, a Dra. Rauscher prevê
que ela pode estourar.
FATIANDO A IONOSFERA
O físico Dr. Daniel Winter de Waynesville, Carolina do Norte, diz
que as emissões de alta freqüência do HAARP podem se combinar com
pulsações de ondas longas (de freqüência extremamente baixa ou FEB)
utilizadas pela malha da Terra para distribuir informações na forma
de vibrações para harmonizar o bailado da vida na biosfera. Daniel
denomina essa ação geomagnética "a corrente sangüínea de informações
da Terra" e diz ser provável que essa combinação das alta
freqüências do HAARP com as FEB possam causar efeitos colaterais
imprevistos e desconhecidos.
David Yarrow de Albany, Nova York, é pesquisador com experiência em
eletrônica. Ele descreveu possíveis interações das radiações do
HAARP com a ionosfera e a malha magnética da Terra: "O HAARP não
queimará 'buracos' na ionosfera. Isso é uma atenuação perigosa do
que o gigantesco raio de gigawatt do HAARP fará. A Terra gira em
relação a finos envoltórios elétricos da membrana de múltiplas
camadas da ionosfera que absorvem e protegem a superfície da Terra
da radiação solar intensa, inclusive das tempestades de partículas
carregadas dos ventos solares provenientes do Sol. O giro axial da
Terra indica que o HAARP - numa emissão que dure alguns minutos -
cortará a ionosfera como uma faca de microondas. Isso não produz um
buraco e sim um corte longo - uma incisão."
CORDAS
MAL TOCADAS
"Segundo conceito: à medida que a Terra girar, o HAARP cortará o
fluxo magnético...uma bobina de cordas magnéticas em forma de
rosquinha - como os meridianos de longitude [nos mapas]. O HAARP
talvez não "corte" essas cordas no manto magnético de Gaia, mas fará
pulsar cada corda com altas freqüências estridentes e desarmônicas.
Esses impulsos barulhentos farão vibrar linhas de fluxo
geomagnético, enviando vibrações por toda a teia geomagnética.
"Vem à mente a imagem de uma aranha em sua teia. Um inseto pousa, e
as vibrações da teia alertam a aranha sobre uma possível presa. O
HAARP será uma cutucada de microondas, feita pelo homem, na teia, no
mínimo emitindo sinais desorientadores, se não rasgar buracos nas
cordas.
"Os efeitos dessa interferência com as sinfonias da harpa
geomagnética de Gaia são desconhecidos e, desconfio, muito pouco
considerados, se o forem. Mesmo que sejam considerados, a intenção
[do HAARP] é aprender a explorar quaisquer efeitos, e não tocar em
harmonia com as sinfonias globais."
TERRA
FEBRIL
Entre outros pesquisadores, encontra-se Paul Schaefer, de Kansas
City. É diplomado em engenharia elétrica e passou quatro anos
construindo armas nucleares. Diz ele: "Mas a maioria das teorias nas
quais os cientistas nos ensinaram a acreditar parecem estar
desmoronando."
Schaefer fala dos desequilíbrios já provocados pela era industrial e
atômica, em especial pela irradiação de grande número de partículas
minúsculas de alta velocidade "parecidas com diminutos piões
girando" em nosso ambiente. O nível artificial de movimento de
partículas altamente energéticas na atmosfera e em cinturões de
radiação que circundam a Terra é o vilão das perturbações do clima,
de acordo com o modelo que descreve uma Terra descarregando seu
acúmulo de calor, aliviando a tensão e readquirindo uma condição de
equilíbrio por intermédio de terremotos e atividades vulcânicas:
"Pode-se comparar o estado energético anormal da Terra e de sua
atmosfera à bateria de um carro que ficou sobrecarregada com o fluxo
normal de energia comprimida, tendo como resultado locais aquecidos,
formação de arcos elétricos, fissuras físicas e turbulência geral, à
medida que a energia encurralada tenta encontra um lugar para ir."
Numa segunda analogia, Schaefer diz: "A menos que desejemos a morte
de nosso planeta, devemos parar com a produção de partículas
instáveis que estão gerando a febre da Terra. Uma primeira
prioridade para impedir essa tragédia seria fechar todas as usinas
nucleares e interromper os testes com armas, artefatos eletrônicos
de guerra e o "Guerra nas Estrelas."
Enquanto isso, os militares constroem o seu maior aquecedor
ionosférico de todos os tempos, com a intenção deliberada de criar
mais instabilidade numa enorme camada de plasma - a ionosfera - e
acelerar o nível de energia de partículas carregadas.
CHUVA ELETRÔNICA CAINDO DO CÉU
Os militares publicaram trabalhos sobre a precipitação de elétrons
da magnetosfera (os cinturões externos de partículas carregadas que
flutuam em direção aos pólos magnéticos da Terra) causada por ondas
eletromagnéticas de freqüência muito baixa produzidas pelo
homem."Essas partículas precipitadas podem produzir ionização
secundária, emitir raios X e causar perturbações na ionosfera
inferior."
Dois cientistas da Universidade de Stanford, estudiosos de
radiações, apresentam provas do que a tecnologia pode fazer para
afetar o céu ao produzir ondas na Terra. Eles mostraram que
freqüências de rádio muito baixas podem fazer vibrar a magnetosfera
e fazer com que partículas de alta energia caiam em forma de cascata
na atmosfera de Terra. Ao ligar ou desligar o sinal, eles
conseguiram interromper o fluxo de partículas energéticas.
CONTROLE DO CLIMA
Avalanches de energia desalojadas por tais ondas de rádio poderiam
nos atingir com violência. O trabalho [dos pesquisadores de
Stanford] sugere que técnicos poderiam controlar o clima mundial
emitindo "sinais" relativamente breves para o cinturão de Van Allen
(anéis de radiação ao redor da Terra). Assim, os efeitos da
ressonância de Tesla podem controlar energias enormes por meio de
minúsculos sinais ativadores. O livro de Begich e Manning pergunta
se esse conhecimento será usado por cientistas interessados na
guerra ou por cientistas interessados na biosfera.
Os militares tiveram cerca de 20 anos para trabalhar em métodos de
operações de guerra ligados ao clima, que chamam eufemisticamente de
modificação climática. Por exemplo, a tecnologia de produção de
chuvas foi testada algumas vezes no Vietnã. O Departamento de Defesa
dos Estados Unidos pôs em prática estudos de manipulação de raios e
furacões no Project Skyfire (Projeto Fogo do Céu) e no Project
Stormfury (Projeto Fúria da Tempestade). Também examinaram algumas
tecnologias complexas que produziriam grandes efeitos. Angels
Don't Play This HAARP cita um especialista que diz que os
militares estudaram tanto raios laser como substâncias químicas que,
segundo seus cálculos, poderiam causar danos à camada de ozônio
sobre uma área inimiga.
Analisar formas de provocar terremotos, bem como de detectá-los, era
parte do projeto chamado Prime Argus, há várias décadas. As verbas
para esse projeto vinham do Departamento de Projetos de Pesquisa
Avançada de Defesa (sigla em inglês DARPA, atualmente abreviada para
ARPA).
Em 1994, a Força Aérea dos Estados Unidos divulgou seu plano mestre
Spacecast 2020, que inclui o controle do clima. Os cientistas têm
realizado experiências com o controle do clima desde os anos de
1940, mas o Spacecast 2020 observava que "é proibido usar técnicas
de modificação ambiental para destruir, causar danos ou prejudicar
outro estado." Dito isso, a Força Aérea afirmou que o avanço
tecnológico "conduz a um reexame desse tema importante e
potencialmente arriscado."
QUARENTA ANOS DE ATAQUES AO CÉU?
Em 1958, o principal consultor da Casa Branca para alterações do
clima, Capitão Howard T. Orville, disse que o Departamento de Defesa
dos Estados Unidos estava estudando "formas de manipular as cargas
da Terra e do céu, influenciando, assim, o clima "mediante a
utilização de um raio eletrônico para ionizar ou desionizar a
atmosfera sobre determinada área.
Em 1966, o professor Gordon J. F. MacDonald era Diretor Adjunto do
Instituto de Geofísica e Física Planetária da Universidade da
Califórnia, Los Angeles, e membro da Comissão Consultiva de Ciência
da Presidência, tornando-se mais tarde membro do Conselho de
Qualidade Ambiental da Presidência. Ele publicou trabalhos sobre o
uso de tecnologias de controle ambiental para fins militares.
MacDonald fez um comentário revelador: "A chave para as operações de
guerra geofísicas é a identificação de instabilidades em que a
adição de pequena quantidade de energia liberaria quantidades muito
maiores de energia."
MacDonald, cientista de renome mundial, tinha inúmeras idéias para a
utilização do ambiente como um sistema de armas, tendo contribuído
para o que foi, na época, o sonho de um futurista. Quando escreveu
seu capítulo "Como Destruir o Ambiente" para o livro Unless Peace
Comes (A Menos que Venha a Paz), ele não estava brincando. Nesse
capítulo, ele descreve o uso da manipulação do clima, da alteração
do clima, derretimento ou desestabilização das calotas polares,
técnicas de diminuição de ozônio, engenharia de terremotos, controle
de ondas oceânicas e manipulação de ondas cerebrais usando os campos
de energia do planeta. Ele também disse que esses tipos de armas
seriam desenvolvidos e, quando utilizados, não seriam detectáveis de
modo algum por suas vítimas. Será o HAARP essa arma? A intenção dos
militares de realizar engenharia ambiental está bem documentada.
Audiências da subcomissão do Congresso sobre os Oceanos e o Ambiente
Internacional examinaram as alterações do tempo e do clima
conduzidas no início dqs anos de 1970. "O que surgiu foi um quadro
impressionante de pesquisas e experimentos abrangentes realizados
pelo Departamento de Defesa sobre as maneiras pelas quais a
interferência no ambiente poderia ser usada como arma," disse outro
autor citado em Angels Don't Play This HAARP.
Os segredos divulgados surpreenderam os legisladores. Será que um
inquérito sobre a situação da tecnologia da manipulação
eletromagnética surpreenderia os formuladores de leis hoje? Eles
talvez descubram que as tecnologias desenvolvidas a partir dos
experimentos HAARP noAlasca poderiam tornar realidade a visão de
Gordon MacDonald, pois os cientistas mais importantes descrevem o
clima global não apenas em termos de pressão atmosférica e sistemas
térmicos, e sim como um sistema elétrico.
PEQUENAS INTERFERÊNCIAS, GRANDES
EFEITOS
O HAARP ataca a ionosfera nos pontos onde ela é relativamente
instável. Deve-se lembrar que a ionosfera constitui um escudo
elétrico ativo que protege o planeta do bombardeio constante de
partículas de alta energia vindas do espaço. Esse plasma condutor,
em conjunto com o campo magnético da Terra, captura o plasma
elétrico do espaço e o impede de ir diretamente para a superfície da
Terra, diz Chalies Yost de Dynamic Systems, Leicester, Carolina do
Norte. "Se a ionosfera sofrer uma grande perturbação, a atmosfera
abaixo dela será perturbada."
Outro cientista entrevistado disse que existe uma ligação elétrica
poderosíssima entre a ionosfera e a parte da atmosfera na qual nosso
clima faz sua encenação: a atmosfera inferior.
Um efeito elétrico fabricado pelo homem - a ressonância harmônica
das linhas de transmissão de força - provoca a precipitação de
partículas carregadas do cinturão de Van Allen (radiação), e os íons
cadentes ocasionam os cristais de gelo que precipitam as nuvens de
chuva. E o HAARP? A energia lançada para o alto a partir de um
aquecedor ionosférico não é muito grande se comparada ao total
existente na ionosfera, mas os documentos sobre o HAARP admitem que
se pode liberar quantidades mil vezes maiores de energia na
ionosfera do que a quantidade injetada. Como acontece com a "chave
das operações de guerra geofísicas" de MacDonald, os efeitos "não
lineares" (descritos na literatura sobre o aquecedor ionosférico)
significam pouca interferência e grandes resultados.
O astrofísico Adam Trombly disse a Manning que se pode analisar os
possíveis efeitos de pulsação de multigigawatt da ionosfera
utilizando-se um modelo de acupuntura. Se o HAARP atingir certos
pontos, essas partes da ionosfera poderiam reagir de formas
surpreendentes.
Aquecedores ionosféricos menores como o de Arecibo localizam-se sob
regiões relativamente calmas da ionosfera, se comparadas à
movimentação dinâmica existente próximo dos pólos magnéticos da
Terra. Esse fato soma mais uma incerteza ao HAARP: a atmosfera
superior imprevisível e agitada nas proximidades do Pólo Norte. Os
experimentos do HAARP não impressionam alasquianos de bom senso como
Barbara Zickuhr, que diz: "Parecem meninos brincando de cutucar o
traseiro de um urso adormecido com uma vara."
PODERIAM ELES PROVOCAR UM CURTO
CIRCUITO NA TERRA?
A Terra, na qualidade de um sistema esférico elétrico, constitui um
modelo bem aceito. Contudo, esses pesquisadores que desejam realizar
ligações de energia artificiais entre certas partes desse sistema
podem não estar pensando nas possíveis conseqüências.
Pode-se fazer com que motores e geradores elétricos oscilem quando
seus circuitos são afetados. Será que as atividades humanas poderiam
provocar uma mudança importante no circuito elétrico ou no campo
elétrico do planeta? Um trabalho publicado na respeitada revista
Science trata da ionização produzida pelo homem a partir de
materiais radiativos, mas talvez também possamos estudá-lo tendo em
mente os arrasa-céu do tipo HAARP: "Enquanto as mudanças no campo
elétrico da Terra resultantes de uma condutividade moduladora de
labaredas solares podem ter um efeito meteorológico quase
imperceptível, a situação talvez seja diferente no que diz respeito
a mudanças de campo elétrico provocadas pela ionização produzida
pelo homem."
A meteorologia, é claro, é o estudo da atmosfera e do clima. A
ionização é o que acontece quando um nível mais elevado de energia é
injetado em átomos, expulsando os elétrons dos átomos. As partículas
carregadas resultantes são a matéria-prima do HAARP. Paul Schaefer,
ao comentar as tecnologias de tipo HAARP, diz: "Uma única olhada no
tempo deveria nos dizer que estamos no caminho errado.?
Angels Don't Play This HAARP: Advances in Tesla Technology trata do
plano dos militares para manipular o que pertence ao mundo: a
ionosfera. A arrogância do governo dos Estados Unidos nesse assunto
não é sem precedentes. Os testes nucleares atmosféricos tinham
objetivos semelhantes. Mais recentemente, a China e a França
utilizaram de forma destrutiva o dinheiro de seu povo, realizando
testes nucleares subterrâneos. Há pouco tempo, noticiou-se que o
governo dos Estados Unidos gastara US$3 trilhões em seu programa
nuclear desde seu início nos anos de 1940. Que novas descobertas na
ciência da vida poderiam ter sido realizados com todo esse dinheiro
gasto na morte?
Begich, Manning e outros acreditam que as democracias devem ser
baseadas na franqueza e não nos segredos que cercam tanto a ciência
militar. O conhecimento utilizado no desenvolvimento de armas
revolucionárias poderia ser usado para curar e ajudar a espécie
humana. Por serem usadas em novas armas, as descobertas tornam-se
sigilosas, sendo abafadas. Quando realmente aparecem no trabalho de
outros cientistas independentes as novas idéias são com freqüência
frustradas ou ridicularizadas, enquanto os laboratórios de pesquisa
militar continuam a construir suas novas máquinas para os campos de
matança.
No entanto, o livro escrito por Manning e Begich dá esperança de que
o Golias militar-industrial- acadêmico-burocrático possa ser
influenciado pelo poder combinado de determinadas pessoas e da
imprensa alternativa.
Informar-se é o primeiro passo para a capacitação.
Notas:
O DR. NICK BEGICH É UM PESQUISADOR INDEPENDENTE DE ANCHORAGE, NO
ALASCA, ATIVISTA E EX-PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DE PROFESSORES DO
ALASCA E DO CONSELHO EDUCACIONAL DE ANCHORAGE.
JEANE MANNlNG É REPÓRTER E EDITORA E MORA EM VANCOUVER, CANADÁ. UMA
DÉCADA DE PESQUISAS SOBRE TECNOLOGIAS DE ENERGIA NÃO CONVENCIONAL
CULMINOU EM SEU FUTURO LIVRO ?THE COMING ENERGY REVOLUTION? - A
FUTURA REVOLUÇÃO DA ENERGIA - (AVERY PUBLISHING GROUP, NEW YORK,
1.996). ELA CONTRIBUIU PARA O LIVRO ?SUPRESSED INVENTIONS AND OTHER
DISCOVERIES? -INVENÇÕES ESCONDIDAS E OUTRAS DESCOBERTAS - (AUCKLAND
INSTITUTE OF TECHNOLOGY PRESS, NEW ZEALAND).
BEGICH E MANNING ESTÃO COLABORANDO NO FUTURO LIVRO ?TOWARDS A NEW
ALCHEMY: THE INCREDIBLE INVENTIONS OF DR. PATRICK FLANAGAN? - RUMO A
UMA NOVA ALQUIMIA: AS INCRÍVEIS INVENÇÕES DO DR. PATRICK FLANAGAN.
Resenha do livro Angels Don?t Play This HAARP, por Dr. Nick Begich e
Jeane Manning. Reproduzido de Nexus, dezembro de 1995 - janeiro de
1996 (Nexus Magazine, P.O. Box 177, Kempton, IL 60946, (815)
253-6464) - Publicado na Revista Metafísica AMALUZ.