Tradução de Nando Andrade para "GRANDES MISTÉRIOS DA UFOLOGIA"
A Emergência de Diplomacia Galáctica em “duas vias”? (Track two) com Raças Extraterrestres – A função de cidadãos particulares e grupos em estabelecer comunicações e acordos com raças extraterrestres.
“Nunca duvide que um grupo pequeno de cidadãos pensantes e
comprometidos possa mudar o mundo. De fato, é só assim que isso acontece!” (Margarte
Mead)
Introdução
Há dezenas de diferentes raças extraterrestres com uma variedade de motivações
que estão interagindo com a humanidade global. Estas motivações extraterrestres
passam pelo espectro de atividades “benevolentes” apontadas em levantar a
humanidade em direção a uma mais completa expressão de seu potencial coletivo,
para a atividade de manipulação designada para questionar a soberania humana. Há
abrangentes evidências de agências governamentais nos EUA e em outros lugares
tendo preparado reuniões e tendo alcançado acordos com algumas raças
extraterrestres. Estas reuniões diplomáticas oficiais sugerem que algum tipo de
“diplomacia galáctica” altamente censurada tem estado sendo realizada
secretamente por aproximadamente 50 anos sem o conhecimento da maioria dos
cidadãos e dos representantes eleitos. Uma detalhada explicação das dezessete
raças extraterrestres interagindo com a humanidade revela a função representada
pela agência nacional de segurança nos EUA realizando secretamente acordos com
algumas raças extraterrestres que limitam informações sobre estes acordos, e da
existência e atividades das raças extraterrestres em geral.
Há uma extensa evidência que um número de raças extraterrestres está
assistindo a evolução da consciência humana, e comunicando com cidadãos e grupos
particulares que estão interessados em políticas mais pacíficas e harmoniosas em
um nível global. Estas comunicações e iniciativas ligando pessoas e grupos
particulares com algumas raças extraterrestres sugere a necessidade de uma forma
não oficial de “diplomacia galáctica” para ser praticada e que complementam a
forma oficial de diplomacia galáctica conduzidas secretamente por agências
governamentais.
Há evidencias também de que as diversas raças extraterrestres interagindo com a
Terra estão trancados em uma baixa intensidade de confrontos sobre a direção e o
potencial da humanidade global em toda a comunidade global. Estas raças
extraterrestres trabalham através de seus respectivos “aliados humanos” na forma
de elites globais, agências de segurança nacional, cidadãos particulares e/ou
ONGs para promover suas respectivas agendas. Competições envolvendo raças
extraterrestres e seus “aliados humanos” na Terra aparecem para refletir
conflitos no nível galáctico entre principais raças extraterrestres. Isto faz os
extraterrestres rivalizarem ao lado da população da Terra e é fonte de alguma
coisa que tem interesse por toda a comunidade global que aparentemente está
monitorando eventos na Terra em números amplos.
“Duas vias” ou “Diplomacia cidadã” oferece a oportunidade para indivíduos particulares e organizações cidadãs a abrir canais de comunicação e desenvolver acordos entre nações experimentando impasses diplomáticos e/ou conflito violento. Diplomacia em duas vias tem mostrado ser um efetivo processo em ajudar a estabelecer relações diplomáticas e desenvolver estratégias que combinam a resolução de conflitos por difíceis conflitos globais. Estendendo a prática da diplomacia em duas vias (caminhos) da arena global envolvendo atores internacionais, dentro da arena exopolítica envolvendo raças de extraterrestres diferentes é ambos possíveis e necessários obrigação para a longa história do segredo, das rivalidades ocultas e a baixa intensidade de conflitos que existem entre raças extraterrestres e agencias governamentais.
Este papel examina os princípios chave da “diplomacia galáctica” em nível não
oficial, como uma forma de “duas vias” diplomáticas apontadas em estabelecer
contatos e comunicações com diferentes raças extraterrestres. O papel analisa a
natureza da representação diplomática na Terra que seria reconhecida por várias
raças extraterrestres. O foco particular estará no status representativo de
diferentes seções eleitorais globais tais como a humanidade politicamente
organizada, cetáceos, supostas civilizações subterrâneas, e a função da Terra ou
“Gaia” como um organismo vivo. O papel examina a necessidade da “diplomacia
galáctica em duas vias” como meios de complementar relações diplomáticas entre
nações e raças extraterrestres. Finalmente, o papel examina como agências de
segurança nacional responderiam a “diplomacia galáctica em duas vias” entre
cidadãos\grupos particulares com extraterrestres em termos de quatro desafios
principais confrontando a prática desta forma de diplomacia:
1 – A extensão de comunicações e interações com raças extraterrestres.
2 - Os recursos coercivos de agências governamentais ocultas.
3 – O grau dos quais as raças extraterrestres podem manipular cidadãos engajados
na “diplomacia galáctica em duas vias”.
4 – As implicações das iniciativas e acordos alcançados através da diplomacia
galáctica em duas vias.
Três modelos políticos convencionais de representar a Terra em interações
diplomáticas com Extraterrestres.
Formas tradicionais de diplomacia envolvem oficiais nomeados de diferentes
sistemas de política nacional oficialmente representando suas nações para
promover seus respectivos interesses nacionais no que tange a competição e
conflitos com outras nações.
Diplomacia pode ser definida como “uma técnica de ação estatal, que é
essencialmente um processo dos quais as comunicações de um governo vão
diretamente para o centro de tomada de decisão de outra nação”. Indivíduos
nomeados para uma posição diplomática são tipicamente responsáveis pelo cargo
executivo e/ou legislativo dos governos de suas nações. Esses oficiais nomeados
ou “diplomatas” estão consequentemente autorizados para participar em reuniões
que servem para produzir acordos que interferem sobre os territórios e cidadãos
de suas nações. Estes oficiais formam a diplomacia que tem existido durante anos
e em breve exemplos são encontrados nas monarquias de reinos que dirigiram
representantes para a monarquia que reuniam com poderes externos e estabeleciam
tratados com outros reinos para propor assim uma paz, comércio e proteção de
cada cidadão. Na recente época, a diplomacia tem sido constantemente definida em
termos de diplomatas representando os interesses nacionais de seus estados que
transcendem princípios morais ou imperativos globais. De acordo com o Dr. Henry
Kissinger que escreveu o influente livro," Diplomacia", diplomacia internacional
é baseada no progresso perspicaz de um interesse nacional estatal acima de todas
as considerações incluindo princípios morais ou interesses globais. O conceito
de interesse nacional envolvido é do pensamento do cardeal Richelieu da Franca
do século XVII que foi o primeiro líder “moderno” a afirmar que a moralidade
universal foi vencida pelos interesses pragmáticos dos estados-nação. Richelieu
foi Primeiro Ministro da Franca de 1624 a 1642 e aliou militarmente e
diplomaticamente a França com os Príncipes Alemães Protestantes e os
Turco-Otomanos contra o Império Habsburgo Católico sobre as bases da razão de
estado ou interesse nacional da Franca durante a Guerra dos 30 Anos (1618-1648).
O conceito de interesse nacional tem subsequentemente tornado base das
interações diplomáticas e a principal preocupação de diplomatas desejando
representar suas nações na comunidade global.
Há evidências persuasivas de reuniões oficiais clandestinas entre governos
nacionais e raças extraterrestres desde aproximadamente a década de 1950.
A mais bem conhecida reunião envolve o Presidente Eisenhower com diferentes
delegações de raças extraterrestres em reuniões secretas organizadas na base
Edwards Air Force iniciadas em 1954. Esses acordos foram baseados na
administração Eisenhower estabelecendo acordos baseados nos interesses nacionais
dos EUA do que em qualquer imperativo moral originado da natureza profunda de
seus contatos iniciais entre as raças extraterrestres e o principal governo da
Terra Os acordos secretos entre raças extraterrestres e autoridades dos EUA tem
subsequentemente sido renovado a cada nove anos de acordo com Dr
Dan Burisch que tinha acesso aos documentos
sigilosos que detalhavam a existência de cada acordo. As reuniões e conseqüentes
acordos estabelecidos entre raças extraterrestres e o governo dos EUA tem sido
guardados secretamente. A informação dessas reuniões e acordos permanecem
altamente sigilosos e de difícil acesso mesmo para os maiores oficiais políticos
eleitos, incluindo até Presidentes como Clinton e Carter que tiveram acesso
negado aos documentos que detalhavam a presença extraterrestre.
As reuniões diplomáticas que tem ocorrido tão amplamente tem sido entre
diferente raças extraterrestres e governantes dos EUA. Essas reuniões
diplomáticas têm seguido a forma tradicional de relações diplomáticas onde
oficiais nomeados representam os interesses nacionais de suas nações em reuniões
com poderes externos. Isto indica que relações diplomáticas com raças
extraterrestres têm procedido apesar do segredo que envolve a existência de
raças extraterrestres e o contato secreto estabelecido com os EUA e os outros
principais governos mundiais. Pode-se dizer que os EUA e outros governos no
mundo são por definição os representantes da Terra em termos de seus cidadãos e
territórios em estabelecer relações diplomáticas com raças extraterrestres, mas
isto não é uma coisa que pode ser levada a concordar. É muito importante
examinar com atenção a questão de quem são os representantes da Terra nas
relações diplomáticas com raças extraterrestres.
Até o ponto que “diplomacia galáctica” está relacionada, a Terra pode ser
definida em uma forma limitada como a população e território do terceiro planeta
orbitando o sol. Assim os diferentes Estados-nação representando os territórios
regionais e as populações na Terra representariam coletivamente a Terra. Esta
interpretação limitada de quem representa a Terra tanto quanto a diplomacia
galáctica está relacionada aos três modelos de representação diplomática para a
Terra. A primeira seriam instituições multilaterais como a ONU que teriam a
necessária legitimidade e autoridade para representar a Terra nas relações
diplomáticas com raças extraterrestres. Presumivelmente, as Nações Unidas
representariam os interesses globais de todos os estados do que os interesses
nacionais de qualquer um estado particular. O segundo seria poderes globais
dominantes como, por exemplo, os EUA e a Rússia que representaria a Terra em
cada reunião diplomática e presumivelmente priorizariam seus interesses
nacionais de preferência do que os interesses globais de todas as nações da
Terra. Este parece ter sido o caso assim distante devido o menor papel dado pela
ONU em se tratar da presença extraterrestre. Por exemplo, a Assembléia Geral da
ONU passou uma resolução em dezembro de 1976 para estabelecer “uma agencia ou um
departamento da ONU para responsabilizar-se em, coordenar e disseminar os
resultados da pesquisa sobre UFOs e fenômenos relacionados.
A requerida agencia ou departamento nunca foi criado e a resolução nunca foi
aceita devido à falta de apoio que a ONU tinha dos principais poderes em
representar com seriedade um cargo sobre o fenômeno UFO/ Extraterrestre.
O terceiro modelo representacional é um híbrido onde os principais poderes
globais estabeleceriam relações diplomáticas com extraterrestres e cooperariam
entre eles mesmos e teria instituições multilaterais legitimas como a ONU. Isto
capacitaria os principais poderes a encontrar consensos sobre como promover seus
respectivos interesses nacionais em harmonia com o do outro, e legitimar isto
através da ONU como “interesses globais”. Consequentemente, uma interpretação
limitada de quem representa a Terra conduz para a resposta os principais
governos mundiais e instituições multilaterais que eles dominam.
Há, entretanto, uma definição mais ampla de quem representa a Terra que vai além
da noção de território geográfico e população controlada por um governo
nacional, e também além do conceito de “interesse nacional” que tem tornado o
foco primário de diplomatas antecipando o bem-estar de suas nações. Esta
definição mais ampla envolve seres da Terra incluídos de diferentes eleitores
que alegadamente tem posição diplomática entre raças extraterrestres, e
interesses desses eleitores que vão apreciavelmente além do conceito de
interesse nacional que pertencem às nações modernas e a diplomacia
internacional.
Os Diferentes grupos de eleitores que tem Status representativo para a
Terra.
O primeiro eleitorado é o que já tem sido examinado em termos de humanidade que
está politicamente organizada entre Estados nações com representantes eleitos,
oficiais nomeados e/ou sistemas monárquicos hereditários. Este é um eleitorado
que tem indubitavelmente o status representacional para raças extraterrestres
como evidenciado pelos acordos que já têm sido alcançados entre representantes e
raças extraterrestres do “governo oculto”
Eu agora mudo para o Segundo grupo de eleitores que pode inicialmente parecer
um choque para leitores, pois baseia-se nas idéias de que a Terra pode ser
observada como um ser consciente e assim pode ter status representativo para
raças extraterrestres. A “hipótese
Gaia” é baseada na primeira teoria promovida por um
ex-cientista da NASA,
James Lovelock em um livro de 1979, que a
Terra é um ser consciente que regula a evolução da vida.
Lovelock escreve:
Eu reconheço que a visão da Terra como se estivesse viva é apenas uma
conveniente, mas diferente, forma de organizar os fatos da Terra. Eu sou de um
curso prejudicado em favor de Gaia e tenho enchido minha vida nos últimos 25
anos com o pensamento que a Terra pode ser viva: não como os antigos viam
ela—uma Deusa consciente com um propósito e previsão—mas viva como uma árvore.
Uma árvore que calmamente vive, nunca movendo exceto pela influência do vento,
ainda de maneira interminável conversando com a luz do sol e o solo. Usando a
luz do sol e a água e nutrientes minerais para crescer e mudar. Mas tudo feito
tão imperceptivelmente, que para mim o velho carvalho nas árvores verdes é o
mesmo de quando era criança
A hipótese da Gaia que a Terra é um ser consciente que exibe consciência e vida
é algo que os extraterrestres reconheceriam em diversos graus . Enquanto
Lovelock não acredita que a Gaia consciente é o mesmo conceito dos antigos
Gregos de um Deus com um “propósito e previsão,” sua referência a Gaia como uma
árvore global faria no mínimo a consciência suficiente para seus interesses ou
necessidades para ser considerado pelas raças extraterrestres. Isto faz a Terra
ou a Gaia como um importante eleitorado em relações diplomáticas com raças
extraterrestres.
Terceiro grupo de eleitores da Terra
O terceiro grupo de eleitores são as várias espécies conscientes que habitam a
superfície, os territórios e os Oceanos da Terra. Além dos humanos como espécies
conscientes residindo a superfície, pode ser incluído os cetáceos assim como os
golfinhos e baleias que tem exibido um alto nível de inteligência e práticas
comunicativas.
Analisando a inteligência e comunicação dos golfinhos, Dr
Michael Hyson conclui que:
Os Cetaceos (golfinhos e baleias) são auto cientes, completamente
conscientes, sensíveis, e tem sua própria linguagem complexa. Porque eles têm o
mais largo cérebro, o mais eficaz córtex, e o mais eficaz poder de processamento
(por causa de suas vidas nas águas) o Cetáceo, incluindo os golfinhos, são mais
inteligentes de que nós.
Outros pesquisadores de cetáceos como
Timothy Wyllie e Joan Ocean tem levantado
que comunicações de golfinhos/baleias são ambos baseados em suas altamente
complexas habilidades de sonar e no uso de comunicações telegráficas.
Consequentemente, a inteligência e as habilidades comunicativas de cetáceos
dariam a eles uma posição diplomática entre raças extraterrestres apesar da
falta de uma sociedade tecnológica.
Quarto grupo de eleitores da Terra
Um quarto grupo de eleitores parece ser raças de seres que habitam reinos
subterrâneos. Estas raças subterrâneas têm sido descritas como sendo ambos
descendentes de humanos de antigos reinos como Lemúria, e uma raça não humana
que tem características reptilianas. Evidências de fontes incluindo governo
whistleblowers (sem tradução), contatados e observadores distantes dão crédito à
existência de raças subterrâneas que tem tecnologias que são mais avançadas do
que toda a humanidade. De acordo com
Brad Steiger, por exemplo, estas antigas civilizações humanas
foram para os subterrâneos há muitos milênios atrás:
A velha unidade (se refere aos seres subterrâneos), uma raça imensamente
inteligente e cientificamente avançada … tem escolhido estruturar seu próprio
meio ambiente sob a superfície do planeta e manufaturar todas suas necessidades.
A velha unidade são hominídeos (família de primatas), de vida extremamente
longa, mais antigos que o Homo sapiens por mais de milhões de anos. Além disto,
de acordo com
Thomas Castello, um ex-oficial de segurança
no Dulce, uma base subterrânea em Novo México altamente secreta, nativos
Reptilianos trabalham na Terra lado a lado com humanos e outras raças
extraterrestres:
"… alguns Reptilianos são nativos para este planeta. A casta dominante de
'aliens' SÃO reptilianos…. Eles são uma antiga raça na Terra, vivendo em
subterrâneos…. Reptoids consideram eles mesmos "nativos Terráqueos." Talvez eles
são aqueles que nós chamamos de os Anjos Caídos – talvez não. De outro modo, nós
somos [considerados] os 'invasores/colonizadores' da Terra. "
Alguns pesquisadores afirmam que a maioria senão todas as informações de UFO
que são atualmente avistadas são dessas raças subterrâneas e de raças de outros
mundos
Consequentemente, a questão de quem representa a Terra em estabelecer relações
diplomáticas com raças extraterrestres é tão complexa dada à existência de
diferentes grupos de eleitores que presumivelmente tem alguma posição entre as
várias cortes, conselhos e alianças que completam os vários grupos de raças
extraterrestres visitando a Terra.
Em direção a um Modelo Representacional mais
Compreensivo para a Terra em relações Diplomáticas com Extraterrestres
Quando se pode supor que é fácil responder a questão de quem representa a
população humana pelo menos da superfície da Terra, não se pode supor que
oficiais nomeados secretamente que englobam responsáveis delegações oficiais por
tratados e acordos com raças extraterrestres tenha legitimidade necessária para
ligar toda a humanidade da superfície. Enquanto oficiais nomeados tem de fato
poder para participar em reuniões e acordos com raças extraterrestres, esses
operam em grande segredo e ficam incompreensíveis para os cidadãos de diferentes
nações que são omitidos quanto à existência de tais acordos e reuniões. Além
disto, aos representantes políticos eleitos são negadas estas informações
levantando deste modo o status constitucional de cada acordo, reunião e tratados
e a autoridade de jure desses.
Por exemplo, a constituição dos EUA expressa especificamente que todos os
tratados que entram nos EUA precisam ser ratificados pelos EUA. Artigo II, seção
2, Estados: “Ele [o Presidente] teria poder, por e com o aviso e consentimento
do Senado, fazer tratados, desde que dois terços dos Senadores presentes
concordem." Entretanto, esta guarnição constitucional tem sido contornada por
uma série de ordens executiva e decretos congressionais que delegam tratados
secretamente fazendo autorizações para os comitês nomeados que administram
assuntos extraterrestres sem o conhecimento do publico geral ou mais
oficialmente nomeados. Esses regimes extra-constitutionais têm posições legais
duvidosas e enquanto esses podem na maioria ter posições em curtos períodos
assim como emergências nacionais, é extremamente duvidoso que suas posturas
legais seriam suficientes para um regime semi-permanente que tem existido pelos
últimos 50 anos ou mais. Em resumo, a representação diplomática das principais
nações que reúnem e redigem acordos com raças extraterrestres tem validade
institucional duvidosa pelo menos nos EUA, e muito comumente também outras
nações democráticas.
Gaia
O próximo eleitorado importante para ser considerado na questão de quem
representa a Terra nas relações diplomáticas com raças extraterrestres é o
próprio planeta. A hipótese Gaia revela que a Terra é uma consciência viva que
se mostra consciente e assim seria considerada um ator viável em relações
diplomáticas com raças extraterrestres. Se a hipótese Gaia é verdadeira, então
uma importante consideração é se a Gaia tem uma ‘inteligência’ ou ‘Voz’ com
suficiente complexidade com que indivíduos podem escolher eles mesmos a tomar
uma posição. Agora a hipótese Gaia de Lovelock foi baseada no reconhecimento de
que Gaia indicou uma consciência que era similar ao de uma árvore e revelou uma
inteligência orgânica que era dinamicamente conectada ao ecossistema: “Uma
árvore que quietamente existe, nunca se movendo exceto por influência do vento,
ainda que sem fim, conversando com a luz do sol e o solo.” Enquanto ele não
acreditava que Gaia indicava um ‘propósito’ no sentido literal, nós
entenderíamos como vida inteligente. Ele acreditou que isto se comunicava com o
complexo ecossistema em uma forma que mantêm a vida para todos. Assim seria
justo dizer que Gaia tem uma voz que pode ser ouvida por organismos ou
espécies conscientes suficientemente receptivas para esta forma de comunicação.
Desde que Gaia demonstra habilidades comunicativas, poderia ser questionado quem melhor falaria com a voz dela? Ponha-se alternativamente, quem representa o que poderia ser chamado de a “Voz de Gaia”? É alguma força energética misteriosa no centro do planeta; a gigante árvore Sequóia canadense da costa Pacifica dos EUA; os cetáceos que circunavegam os oceanos mundiais; os anciães tribais que mantêm relações tradicionais com a superfície da Terra, indivíduos e grupos que fazem trabalhos energéticos com a Gaia; que parte da humanidade que tem dividido ela mesma em termos de Estados e territórios ou mesmo supostas espécies conscientes avançadas que habitam os reinos subterrâneos? Pode ser afirmado que a Voz de Gaia é representada por aquelas formas de vida, humanas ou de outra forma, que tomam posições próprias para com a inteligência e comunicações de Gaia. Alinhamento com a 'Voz de Gaia' confere legitimidade, na visão de alguns extraterrestres. Alinhamento seria definida como uma voz pessoal 'ressonando' com a vibração planetária ou a'Voz de Gaia'. Esta ressonância dá a Voz de Gaia uma amplitude que eleva sua legitimidade. Assim humanos ou outras espécies da Terra conscientes que estão em alinhamento com a ‘Voz de Gaia’ tem posições diplomáticas entre raças extraterrestres que presumivelmente seria mais aceitável a consciência da Terra, de Gaia, como um eleitorado em qualquer acordo que tivesse validade por todo o planeta. Reconhecendo a Terra ou ‘Gaia’ como uma seção eleitoral legitima em estabelecer relações diplomáticas levam para a intrigante possibilidade que algumas partes da humanidade podem ser mais genuínas representantes da Terra como uma unidade orgânica do que outras. De preferência, representação diplomática da Terra sendo alguma coisa que pertence somente a diferentes nações com seus representantes eleitos e oficiais nomeados, isto pode ser que indivíduos ou grupos que estão em alinhamento com a ‘Voz de Gaia’, podem ter maiores posições diplomáticas. Isto naturalmente é uma idéia revolucionaria desde que pareça primeiramente estranho que oficiais nomeados de governos teriam menos posições diplomáticas do que indivíduos sem nomeação e grupos que afirmam estar em alinhamento com ‘Voz de Gaia’. Todavia, a existência de Gaia como eleitorado importante que seria reconhecido por raças extraterrestres levantam a possibilidade que alguns indivíduos/grupos que estão em alinhamento com a ‘Voz de Gaia’, possa ter posição diplomática entre raças extraterrestres por virtude deste alinhamento.
Os outros eleitorados que representam Terra Gaia
Os dois próximos eleitorados a ser considerados são os cetáceos e outras formas
de vida conscientes que habitam os oceanos da Terra, a superfície e as regiões
subterrâneas. Assim todas as espécies que tem consciência e a habilidade de se
comunicar por telepatia ou outros meios com raças extraterrestres teriam alguma
posição diplomática entre raças extraterrestres. Inclusive entre estas formas de
vida conscientes estão as remanescentes ou as mais novas civilizações humanas e
avançadas formas de vida não-humana que tem tecnologias avançadas e habilidades
de comunicação, mas estão apoiadas em áreas subterrâneas. Seria razoável assumir
que formas de vida conscientes também têm posição diplomática entre raças
extraterrestres.
Em conseqüência, a questão de quem representa a Terra tem duas respostas. A
primeira é uma curta resposta restritiva em termos de oficiais nomeados
secretamente que representam diferentes governos nacionais ou instituições
multilaterais como a ONU. A segunda é bem mais complexa e envolve o
reconhecimento que abrange formas de vida conscientes do qual a humanidade
politicamente organizada é apenas uma entre vários eleitorados importantes
incluindo o seu próprio planeta. É muito provável que enquanto raças
extraterrestres reconhecem a validade da primeira forma de representação eles
dariam mais validade ao segundo. Isto significa que a diplomacia galáctica
envolvendo a Terra e suas diversas populações, formas de vida e territórios é
bem mais livre e eclético do que pensado inicialmente. Isto aumenta a
possibilidade de haver formas não-oficiais de representação diplomática que
envolva partes da humanidade da superfície que fale em benefício de outras
espécies conscientes ou para a própria Terra.
Quem Representa a ‘Voz de Gaia’ em Relações Diplomáticas com Raças
Extraterrestres?
Como já mencionado, a hipótese Gaia faz possível à existência de Gaia como uma
entidade viva com sua própria habilidade de se comunicar e inteligência que
dirige a forma de vida evolvida na Terra. Isto levanta a possibilidade de
indivíduos, grupos e mesmo comunidades de se alinharem elas mesmas com esta
inteligência ou ‘Voz de Gaia’ e que ultimamente tem sido preferencialmente fiel
a Gaia do que a qualquer nação, e esta é a necessária autorização para
representar Gaia. Isto pode mesmo ser sugerido como um corolário que cada
indivíduo também tem status representativo para a humanidade da superfície que é
politicamente organizada dentro de nações soberanas. Humanos vivendo na
superfície da Terra ambos são cidadãos de nações soberanas e ‘crianças’ de Gaia,
implicando que ambos os representantes de nações e representantes de Gaia, podem
legitimamente falar em benefício dos interesses da humanidade da superfície. Em
regra geral se refere a aqueles indivíduos/grupos/comunidades que se alinham
eles mesmos com a ‘Voz de Gaia’ e deste modo representa Gaia, Eu usaria o termo
‘humanidade despertada ’.
“Humanidade despertada’
“Humanidade despertada’ é distinguida do resto da humanidade que está
politicamente organizada dentro de nações soberanas e onde cidadãos privados e
oficiais públicos dão lealdade final para um Estado nação. Isto supõe
provavelmente uma disputa com o aparecimento de duas autoridades que falam em
relação ao futuro da Terra em relações diplomáticas entre raças extraterrestres.
É a ‘humanidade despertada’ que tem se alinhado com a ‘Voz de Gaia’
e também consideração com outras espécies conscientes na Terra para desenvolver
uma “Voz de Gaia’ planetária unificada, ou seria os representantes diplomáticos
de nações soberanas que dão fidelidade a suas nações do que a ‘Voz de Gaia? Esta
disputa está para ser computada pela disparidade de recursos de legitimidade
entre a ‘humanidade despertada’ e ‘humanidade politicamente organizada’. A
primeira tem uma grande legitimidade devido ao seu alinhamento com Gaia e
consideração com outras formas de vida consciente na Terra; enquanto o último
tem todos os recursos do estado moderno para auxiliar seus oficiais nomeados em
relações diplomáticas entre raças extraterrestres. Dada à natureza telepática de
raças extraterrestres e seu reconhecimento esperado de diferentes eleitorados
representando a Terra, é muito altamente provável que haverá tensão entre
‘humanidade despertada’ e ‘humanidade politicamente organizada’ em termos de
quem fala com mais autoridade em benefício da Terra e da humanidade em geral.
‘Diplomacia Galáctica em Duas Vias’ pela ‘Humanidade Despertada”
De acordo com o Ex-embaixador dos EUA, John MacDonald, há um número de
diferentes formas de diplomacia além da forma oficial que envolve oficiais
nomeados que tem a autoridade necessária para representar suas nações em
reuniões e acordos que tem forçado por seus governos e nações. Além do mais ao
oficial ou o que tem sido descrito como ‘via um’ de diplomacia, são uma das duas
vias que envolvem indivíduos particulares, e ‘organizações cidadãs’ que engajam
em várias iniciativas para promover soluções diplomáticas para importantes
problemas globais. O termo ‘diplomacia em duas vias’ foi cunhado por um
ex-diplomata dos EUA,
Joseph Montville em 1981 para descrever
tentativas de cidadãos particulares e grupos para intervir em assuntos
diplomáticos e problemas internacionais. Ele descreve a diplomacia em duas vias
como: "não oficial, interação informal entre membros de grupos adversários ou
nações com as metas de estratégias de desenvolvimento, influenciando opiniões
públicas e organizando humanos e recursos materiais em formas que ajudaria a
resolver o conflito. Em termos simples, diplomacia em duas vias envolve
indivíduos e/ou grupos preocupados intervindo em impasses diplomáticos ou
conflitos internacionais para promover soluções e diálogos entre partes
disputando.
Apesar do ceticismo inicial pela comunidade diplomática sobre a participação de cidadãos particulares e grupos em diplomacia internacional, ‘duas vias’ ou ‘diplomacia cidadã’ tem crescido em importância nas últimas duas décadas, e é agora reconhecida como um processo legítimo que complementa agencias governamentais em negociar com contenciosos assuntos diplomáticos e resolvendo assuntos globais. Em 2002, o Departamento dos EUA organizou uma conferencia sobre integrar ‘via um’ e ‘via dois’ as iniciativas diplomáticas que estavam ocupadas por cidadão particulares, Organizações Não-Governamentais e membros da comunidade diplomática dos EUA e em outro lugar.
Indivíduos, grupos e organizações praticando diplomacia em duas vias tem sido um sucesso em receberem governantes e particulares permitidos a engajar nesta forma não oficial de diplomacia para complementar a diplomacia internacional e ajudar a resolver conflitos globais. O autor deste texto, por exemplo, recebeu duas permissões do Instituto de Paz dos EUA, que foi criado e fundado pelo Congresso dos EUA, para conduzir iniciativas de duas vias para resolver os conflitos no Timor Leste. O autor convidou um grupo de timorenses, e mais tarde os proeminentes cidadãos Indonesianos, à Washington DC para iniciar um diálogo que produziria uma iniciativa em andamento para ajudar a promover uma resolução do conflito do Timor Leste. Nas subseqüentes reuniões amplas consultas ocorreram com membros dos EUA e a comunidade diplomática Indonesiana, e com a ONU.
O reconhecimento e legitimidade dado a indivíduos, ‘organizações cidadãs’ atuando em diplomacia em duas vias em conflitos internacionais criam um importante precedente quando examina como a diplomacia poderia ser conduzida com raças extraterrestres. Indivíduos e organizações cidadãs podem ser aguardados para conduzir iniciativas em duas vias envolvendo extraterrestres onde há uma necessidade percebida para ajudar à diplomacia oficial e/ou a resolução de conflitos envolvendo raças extraterrestres. Consequentemente, ‘diplomacia galáctica em duas vias’ pode ser definida como o esforço de indivíduos particulares e/ou grupos de cidadãos para ajudar a melhorar as relações diplomáticas entre raças extraterrestres e governos nacionais, e/ou para ajudar em resolver conflitos entre extraterrestres e/ou governos nacionais. Estes esforços podem abranger contatos individuais que promovem diálogos e informações divididas com extraterrestres, a grupos de cidadãos trabalhando com extraterrestres para promover descobertas governamentais, e resolvendo conflitos entre agencias governamentais e raças extraterrestres. Quando qualquer individuo ou grupo de cidadãos puder ser aguardado a participar da iniciativa diplomática em duas vias envolvendo raças extraterrestres, aquelas descritas como ‘humanidade despertada’ terá especial importância. Esta significância é devido ao reconhecimento esperado dado a eles pelas raças extraterrestres como representantes de Gaia e outras espécies conscientes na Terra. Consequentemente, indivíduos e grupos praticando a diplomacia em duas vias podem desfrutar maior legitimidade e autoridade entre raças extraterrestres devido a seus alinhamentos com a ‘Voz de Gaia’, e com as aspirações de outras espécies conscientes na Terra. A ‘Humanidade despertada’ poderá assim desfrutar de maior status do que os oficiais nomeados representando as nações soberanas quando vir a negociar com raças extraterrestres.
Diplomacia galáctica em duas vias’ pela ‘humanidade despertada’ que são de
fato Embaixadores para a Gaia é um importante desenvolvimento devido aos
segredos que envolvem reuniões existentes e acordos entre algumas raças
extraterrestres e oficiais nomeados secretamente de diferentes nações. Cada
iniciativa em duas vias pode resultar em reuniões e acordos que tenha
legitimidade entre raças extraterrestres e então significativamente influencia
nos assuntos globais. Uma questão chave é como agências de segurança nacional
reagiriam aos acordos ou comunicações estabelecidas pela humanidade despertadas
através da diplomacia com raças extraterrestres em duas vias?
Como Agências Nacionais de Segurança reagiriam à ‘Diplomacia Galáctica em duas
vias’ pela ‘Humanidade Despertada’?
Um princípio observado em segredo com relação à presença de raças
extraterrestres tem sido o passo pelo qual agências de segurança nacional nos
EUA e em outros lugares têm controlado informação e monopolizado recursos
voltados ao assunto sobre extraterrestres. Este controle pelas agencias de
segurança nacional leva a crer que a resposta inicial de cada agencia à
iniciativa da ‘Diplomacia Galáctica em duas vias’ pela Humanidade Despertada
seria aguardada também com extrema suspeita ou absoluta oposição. Entretanto, a
resposta antecipada pelo governo secreto controlador de informações sobre
extraterrestres compararia a resposta inicial dos profissionais em política
externa e a comunidade diplomática para a emergência de uma diplomacia em duas
vias em assuntos internacionais na década de 1980. Como apontei anteriormente,
esta iniciativa saiu do ceticismo absoluto e abandono da idéia para o eventual
reconhecimento e cooperação. A resposta para a ‘diplomacia galáctica em duas
vias’ dos controladores ocultos de assuntos extraterrestres é provavelmente
seguir uma similar parceria. A reação oficial a ‘diplomacia galáctica em duas
vias’ será provavelmente influenciada pelo quarto desafio: primeiro, a
necessidade de um nível de comunicações particulares e interações com raças
extraterrestres pela humanidade despertada; segundo, a aceitação do governo
secreto para usar seus recursos coercivos para suprimir a ‘diplomacia galáctica
em duas vias’; terceiro, o nível pelo qual raças extraterrestres manipulariam
humanos inocentes para desestabilizar agencias de segurança nacional por agendas
extraterrestres “inimigas”; e finalmente as implicações dos acordos alcançados
através da diplomacia galáctica em duas vias. Eu agora examinarei cada um destes
desafios e como eles influenciam sobre a ‘diplomacia galáctica em duas vias’
antes terminando com algumas observações concluídas.
1. O nível de Comunicações particulares e interações com raças
extraterrestres
Desde quando
George Adamski escreveu seu famoso livro,
Dentro dos Discos Voadores (Inside
the Flying Saucers), em 1955, tem havido uma sucessão de
cidadãos particulares que tem afirmado ter sido contatado por extraterrestres e
terem comunicações extensivas e interações com eles. De acordo com Adamski,
alguns desses contatados incluem
Howard Menger,
Orfeo Angelucci, Paul Villa and George Van
Tassel. Essas comunicações e interações com extraterrestres variam
consideravelmente dependendo do contatado, mas essencialmente todos revelaram
que raças extraterrestres estavam deliberadamente contatando indivíduos
particulares para disseminar informação sobre a existência de raças
extraterrestres, e a intenção benevolente de extraterrestres que estavam fazendo
contato. Durante os anos, a lista de ‘contatados’ tem crescido consideravelmente
e os mais bem conhecidos na era recente incluem
Billy Meier, Carlos Diaz, Alex Collier,
Phillip Krapf. Esses ‘contatados’ têm consequentemente dado leituras públicas,
escritos em livros, formado grupos de estudo e auxílio, e comunicado com
principais elites, todas com a proposta de divulgar a informação dada por
extraterrestres e convencer um público cético sobre a natureza amigável desses
extraterrestres. Sem necessariamente saber disto, esses contatados estavam
atualmente engajados na ‘diplomacia galáctica em duas vias’, e portanto eles
representam esta parte da humanidade descrita como ‘humanidade despertada’que
estavam querendo disseminar a verdade sobre a presença extraterrestre e as
implicações para a humanidade global.
Agências de segurança nacional têm tratado ‘publicamente’ os contatados com cepticismo e ridicularmente, mas na realidade as agências prestam muita atenção nos contatados com o objetivo de simultaneamente extrair qualquer informação que poderia ser obtida dos contatados, limitando as informações dos contatados de entrar em domínio público. Por exemplo, Alex Collier afirmou ter sido contatado por uma raça da constelação de Andrômeda e estava disseminando muita informação através de um popular website e leituras publicas antes de ser visitado por um time de Oficiais da Inteligência Naval que intimidaram ele a ficar em silêncio. Aparentemente Collier estava liberando informações sensíveis para os oficiais de governo que desde o fechamento do Projeto Blue Book, nenhuma agência governamental está ativamente investigando o fenômeno UFO/extraterrestres.
O controle da mídia de massa tem sido o principal veículo do qual o governo secreto poderia limitar a influência dos contatados tão bem como o fenômeno UFO mais genericamente. A possibilidade para muitos cidadãos particulares de estarem experimentando contatos com extraterrestres e subsequentemente conduzindo a ‘diplomacia galáctica em duas vias’ seria de extremo interesse para agências governamentais. Todavia parece que o crescimento da diplomacia em duas vias em política global não seria prevenido e foi eventualmente bem aceito para a comunidade diplomática, além do que o crescimento da ‘diplomacia em duas vias’ não pode ser prevenido e eventualmente seria respeitada como um complemento em vez de um tratado para aqueles que conduzem a ‘diplomacia em uma via’.
2. Os Recursos Coercivos das Agências Governamentais Secretas
Agências de Segurança Nacionais tem uma abundancia de recursos coercivos que
podem ser usados para manter segredos sobre a presença extraterrestre. A
seguinte passagem do Manual Especial de Operações, um ‘documento oficial
suspeito’ detalhando um processo de recuperação de naves extraterrestres que
caiu nas mãos dos pesquisadores de UFO, descreve a política secreta oficial
adotada em Abril de 1954:
Qualquer encontro com entidades conhecidas como ser de origem extraterrestre é
para ser considerada como um problema de segurança nacional e então classificada
como TOP SECRET. Sob nenhuma circunstância é para o público em geral e a
imprensa pública saber da existência dessas entidades. A política dos oficiais
de governo é que cada criatura não existe, e que nenhuma agencia do governo
federal está agora engajado em qualquer estudo de extraterrestres ou seus
artefatos.
Whistleblowers ( manda chuvas ?) assim como o Sargento Mestre
Dan Morris traçaram como princípio das
agencias de segurança nacional como a NSA coagir indivíduos a manter silêncio, e
como estes mecanismos coercivos se estenderiam até acima do uso de força mortal
para manter segredo:
Agência de Segurança Nacional - os assassinos trabalham nela. Eles têm
armas que são usadas quando se torna necessário que um problema seja removido…
se você assiste James Bond, eles são os agentes duplos, se você obtem meu
significado. A Secretaria de Defesa Monopolizada foi o primeiro real poder, pois
sabiam de pessoas que foram eliminadas porque elas iam relatar informações
sigilosas – e ninguém tem mesmo pagado por este crime.
Com uma bem conhecida historia de se usar mesmo força mortal para manter
segredo sobre a presença extraterrestre, isto seria questionado se os métodos
coercivos seriam usados contra indivíduos e/ou organizações conduzindo a
diplomacia galáctica em duas vias.
O principal fator aqui é se agências de segurança nacional respeitariam o uso
freqüente de força coerciva na presente era da informação onde tanta informação
é agora livremente avaliável na internet. Isto parece que leves técnicas de
sensoriamento assim como eliminação de registros públicos, limitação de maior
exposição da mídia, hacking websites, etc.,são os métodos preferenciais de
limitar informação sobre extraterrestres como oposição para o uso de força
mortal que pareceria ser amplamente usada no passado. Todavia, a possibilidade
que extraterrestres observariam a diplomacia galáctia em duas vias como uma
condição de uma permissão para suas atividades seria de extremo interesse para
agencias de segurança nacional, e conduzira para o uso de medidas coercivas para
prevenir a diplomacia em duas vias de ocorrer.
A probabilidade de que a descoberta pública da presença extraterrestre ocorresse brevemente, sugere que agencias de segurança nacional estão cada vez menos dispostas ao uso das mais extremas formas de coerção assim como a força mortal devido à chance que haveria brevemente em alguma forma de julgar as ações e decisões do passado. A descoberta pública da presença extraterrestre conduziria para uma perfeita revisão de ações do governo secreto do passado em manter segredo, e algumas responsabilidades a prestar por oficiais do governo oculto que reforçam as políticas presentes
3. O nível pelo qual raças extraterrestres manipulariam cidadãos inocentes engajados na Diplomacia Galáctica em duas vias.
A possibilidade que algumas raças extraterrestres podem manipular cidadãos
particulares que se engajam na diplomacia galáctica em duas vias é totalmente
alta. Dada à história da presença extraterrestre onde uma variedade de agendas e
atividades tem sido conduzida em ordem para controlar a humanidade, há a
possibilidade de que existam esforços de manipulação por algumas raças
extraterrestres que vêem a humanidade como um recurso a ser controlado e
explorado. A possibilidade que indivíduos/grupos particulares inocentes
seriam usados por raças extraterrestres ‘não amigáveis’ para questionar
princípios de segurança nacional das agencias apresentando função necessária em
monitorar raças extraterrestres é muito real. Isto sugere que um alto nível de
discernimento e educação sobre diferentes raças extraterrestres é necessário
para aqueles indivíduos que encontram eles mesmos na vanguarda da diplomacia
galáctica em duas vias.
Uma combinação de treinamento, educação pública e rede de comunicações por contatados e outros conduzindo a diplomacia galáctica em duas vias iria prevenir qualquer manipulação por raças extraterrestres não amigáveis. Esta é a melhor salvação para assegurar a integridade da diplomacia galáctica em duas vias desde que as agendas e os programas de segurança nacional das agencias não seja inicialmente vistas com muita simpatia pelos contatados. Os contatados e outros participantes em diplomacia galáctica em duas vias estão largamente familiarizados com os segredos e limitações de informações relacionadas aos extraterrestres, e dão muita pouca legitimidade para as ações e interesses de segurança nacional das agencias apesar do respeito público difundido por cada agencia. Em particular, ações coercivas por agencias de segurança nacional contra os ativos em diplomacia galáctica em duas vias seria oposta de forma resistente a aqueles praticantes ou auxiliares desta forma de diplomacia. O resultado só seria sucedido em questionar a integridade desta forma de diplomacia, em vez de preveni-la todos juntos. Desde que a diplomacia galáctica em duas vias é um inevitável desenvolvimento em interação humana-extraterrestre, uma recompensa precisa ser estabelecida por manter um alto nível de integridade por estas formas de cidadãos baseados na diplomacia com o objetivo de prevenir exagerada manipulação de raças extraterrestres não amigáveis.
4. As Implicações das Iniciativas & Acordos Alcançados através da
diplomacia galáctica em duas vias
É muito provável que algumas iniciativas da diplomacia galáctica em duas vias
produzam acordos ou concedem permissão para que raças extraterrestres executem
certas atividades. É especialmente provável que este seja o caso onde membros da
‘humanidade despertada’ participem através da diplomacia galáctica em duas vias
e transmitem um status representativo especial na maior parte além de sua
numerosa população. Os extraterrestres podem encontrar especiais vantagens em
trabalhar com membros da humanidade despertada que desejassem estabelecer
acordos para iniciativas ou projetos que positivamente influenciariam sobre o
planeta. Por exemplo, em Outubro de 2003, uma suposta mensagem de um grupo de
extraterrestres começou a circular na internet descrevendo apuradamente a
situação exopolitica da Terra, e pediu que ‘indivíduos sem distinção’ decidissem
se eles queriam que os extraterrestres se mostrassem. O referendum do
“Mude o Mundo” gerou grande interesse e uma
petição pela internet concedendo permissão para os extraterrestres se mostrassem
está ainda a caminho e na metade de Outubro de 2004 tinha mais de 650
assinaturas
As conseqüências de cidadãos particulares ou organizações alcançando acordos com raças extraterrestres ou dando permissão para atividades extraterrestres especificas certamente seria de grande interesse para as agencias de segurança nacional. Seria aguardado que aqueles indivíduos e/ou grupos iniciando acordos ou concedendo permissão seriam monitorados de perto e até mesmo sujeitos a perturbações por agencias de segurança nacional. Isto pareceu ser o caso com o organizador do referendum “Mude o Mundo”, Jean Ederman, que alegadamente experimentou ser molestado pelas agencias de segurança nacional devido ao seu trabalho em distribuir o referendum e subseqüente a experiência do contato. Ele tem sido silenciado através de uma serie de ameaças pela agencia de segurança nacional e tem temporariamente terminado todas as suas atividades públicas em Outubro de 2004. Pode ser esperado que as implicações de acordos alcançados entre raças extraterrestres e membros da humanidade despertada provavelmente tenha conseqüências bem mais além dos números físicos de tais organizações de indivíduos ou/e cidadãos. Isto cria uma tensão especial desde que tais organizações de indivíduos ou/e cidadãos presidem posições não oficiais e então não tenha um status representativo de acordo com as agencias de segurança nacional por participar em quaisquer acordos ou dando permissão para as atividades extraterrestres. Todavia, o status representativo presumivelmente dado pelos extraterrestres ás tais organizações de indivíduos ou/e cidadãos por virtude de serem seus porta-vozes de Gaia e outras espécies conscientes da Terra, fazem a ‘humanidade despertada’ um importante fator para ser reconhecido no dialogo diplomático na função representada pelos extraterrestres na Terra e o futuro da humanidade.
Conclusão: ‘Humanidade Despertada’ e a ‘Diplomacia Galáctica em duas vias’
Enquanto o termo ‘humanidade despertada’ parece ser elitista, todavia isto
descreve apuradamente uma parte da humanidade que dá lealdade a uma ampla base
de seções eleitorais da Terra do que um governo nacional que está mais
estreitamente focado em seus ‘interesses nacionais’. Membros da ‘humanidade
despertada’ sentem uma ambição em responder ao que eles percebem ser o melhor
interesse de Gaia como um planeta, e as várias espécies conscientes que habitam
os territórios, os oceanos e os reinos subterrâneos da Terra. Como mais e mais
humanos desenvolvem tais fidelidades além de interesses e lealdades puramente de
políticas nacionais, e se organizam com o que poderia ser descrito como a ‘Voz
de Gaia’ e as aspirações de outras espécies conscientes, esses membros da
‘humanidade despertada’ tornam-se os porta-vozes para Gaia. Pode ser esperado
que tais porta-vozes da Gaia seria considerados pelos extraterrestres e outras
espécies conscientes da Terra como de facto os ‘Embaixadores de Gaia’ e então
transmitiriam influências bem mais além de seus membros físicos.
A humanidade despertada está subsequentemente mais apta para experimentar contatos com raças extraterrestres que vêem tais indivíduos como tendo um significado especial devido ao seu alinhamento com a ‘Voz de Gaia’ e desejo de satisfazer as aspirações de outras espécies conscientes. O contato com a humanidade despertada dá maior legitimidade para as várias atividades de raças extraterrestres que fazem contato com a humanidade global. Consequentemente, a ‘humanidade despertada’ está preparada para encontrar-se engajada na Diplomacia Galáctica em duas vias devido á sua significância como os representantes da ‘voz planetária’ e das aspirações de todas as espécies conscientes da Terra, e a especial atenção que eles estão dando aos extraterrestres que vêem a ‘humanidade despertada’ como os porta-vozes e de fato embaixadores de Gaia.
Provavelmente, há muito contraste entre cidadãos particulares e oficiais públicos nomeados em termos de diplomacia galáctica e o reconhecimento respectivamente dado pelas raças extraterrestres. A diplomacia galáctica em ‘uma via’ envolve oficiais públicos que são secretamente nomeados pelo governo oculto e/ou agencias de segurança nacional a representar os interesses nacionais de suas nações e negociar com a presença extraterrestre. Oficiais engajados na diplomacia galáctica em uma via têm todos os recursos potenciais e coercivos dos Estados nações modernos para auxiliar suas atividades, e coletivamente afirmam ser os representantes políticos oficiais da humanidade global e dos territórios da Terra. Na visão de numerosas raças extraterrestres, esses diplomatas oficiais desfrutam menos legitimidade do que a ‘humanidade despertada’ que presumivelmente falam com maior autoridade devido ao seu alinhamento com a ‘Voz de Gaia’ e disposição em representar as aspirações de outras espécies conscientes na Terra. Em resumo, a questão de quem fala com maior autoridade como um representante para o planeta Terra e sua espécie variada é algo que influenciaria diretamente nas escolhas feitas pelas raças extraterrestres para se comunicar e interagir com diferentes partes da humanidade global.
Enquanto alguns acordos têm sido alcançados entre representantes do governo oculto e algumas raças extraterrestres, outras raças extraterrestres tem realmente escolhido contatar indivíduos particulares e/ou grupos cidadãos que são mais alinhados com a ‘Voz de Gaia,’ e são assim de fato os porta-vozes de Gaia. Isto supõe que no futuro a maioria da humanidade venha a desenvolver simpatias e visões de mundo que são consistentes com os interesses globais do planeta e todas as espécies conscientes. Isto está preparado para anunciar um período de tensão entre aquelas partes da humanidade que respectivamente se alinharam também com suas instituições nacionais políticas, ou alinharam com uma base mais ampla de interesses globais que morrem sob a rubrica da ‘Voz de Gaia’. Isto pode ser esperado que tal tensão sejam as origens de dores de um bravo mundo novo onde todas as espécies conscientes do planeta falam com uma voz planetária unificada.
ir para UFOLOGIA